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Ter | 03.01.17

Da leitura do momento | Francisca Rosa

Cláudia Oliveira

Chiado Editora

718 páginas

 

Francisca Prudêncio Rosa é oriunda de Carcavelos, vila próxima a Lisboa e virada ao mar, tendo nascido em Cascais no ano de 1978. Desde muito cedo que o mundo dos livros e da escrita a acompanha. No entanto, o seu profundo amor pela natureza fê-la escolher uma formação académica na área das Ciências Naturais e licencia-se em Geologia pela Universidade de Lisboa. Em paralelo, sempre movida pela afeição ao universo das Letras e das Línguas, dedica-se a aprender o Árabe, primeiro em Lisboa e depois já no Algarve, para onde se mudou em 2006 com uma bolsa de investigação científica. Também desde cedo é-lhe dada a oportunidade de viajar por vários destinos, uma experiência que contribuiu definitivamente para abrir o seu olhar sobre o mundo e sobre as pessoas. Destas viagens, e aliadas à sua paixão pela escrita, surgem então várias crónicas de viagem publicadas em alguns jornais, bem como em revistas e em ‘sites’ dedicados ao tema.Mas é ao longo do Mediterrâneo que descobre os lugares mais próximos ao coração e, simultaneamente, vai redescobrindo a ligação antiga, milenar, profundamente enraizada, entre a cultura e as tradições desse grande mar e do seu próprio país. Pelas costas do Algarve, da Andaluzia, do Sul de Itália e da Sicília, da Grécia e da Turquia debruçadas sobre o Mar Egeu, e de Marrocos que, tal como Portugal, tem a sua existência virada ao Atlântico mas uma longa história densamente embrenhada nos caminhos mediterrânicos.Deste percurso pessoal, nasceu assim o seu primeiro trabalho de escrita na área da ficção, ‘A Sombra do Limoeiro’. A história decorre em pleno século XII, iniciando-se no Algarve, então ainda parte integrante do vasto Al-Andaluz islâmico, mais concretamente na antiga cidade de Santa Maria de Harun, hoje Faro. A autora, que viveu oito anos no Algarve, escreveu-a como forma de tributo ao lugar que a acolheu, e foi sua casa, durante um período marcante da sua vida. Mas, de igual forma, escreveu-a como uma história que fala também da vida das mulheres. E, sobretudo, da família. Independentemente do lugar, do século, e até mesmo para além da religião.

2 comentários

  • Para já estou a gostar. :)
    Beijinhos
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