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amulherqueamalivros

5 comentários

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    Cláudia Oliveira 20.04.2017 09:11

    "Disseste qualquer coisa como que os miúdos não se matam quando alguém os trata mal."

    Não, não disse isso, ou não quis dizer isso, se foi isso que entendeste. Quis dizer que os adolescentes vão pensar ao ver a série que a Hannah se matou porque era mal tratada e não existem outras escolhas ou ajudas. Que ninguém vai entender que ela sofria de depressão. Fiquei preocupada com a forma pouco aprofundada em relação à doença silenciosa. Não disse que o retrato não é fiel, disse que me preocupa o retrato, a realidade porque sou mãe.

    Não preciso de fazer essas pesquisas. Não é arrogância, já li bastante sobre o assunto e tenho casos no meu circulo de amizades.

    Infelizmente não consigo concordar, acho que a série é um gatilho e o facto de ninguém ser responsabilizado me deixa preocupada. Como assim aquele final? Não disse que acontece. Mas é importante uma série dar esperança, transmitir outras opções, mostrar responsabilidade. Era necessário ver aquela cena? Aquele final incomodou-me, um "amigo" da Hannah dentro de um carro com novos amigos e um sorriso no rosto ao som e uma música que por acaso foi citada numa carta de um cantor que se suicidou. Não, não concordo com o que a série fez.

    Assusta-me a realidade da sociedade que a série retrata. Não disse que não é aquela.

    Podias ter comentado no vídeo com identificação, não irias sofrer represálias por isso. Obrigada pelo comentário.
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    Anónimo 20.04.2017 14:07

    Peço desculpa, mas o dever da arte (e hoje em dia, televisão é uma arte, é um dos meios mais criativos do nosso tempo) não é responsabilizar, não é advertir, não é arranjar soluções. O dever da arte é existir e contar uma história através de um processo criativo.
    Se há miúdos que não são maduros o suficiente para ver a série / filme / livro, é o dever dos pais não deixar... Agora não é o dever da série educar, nunca. Isso cabe aos pais.

    Relativamente ao final, eu acho que dá esperança. Porque no fim de tudo os que sobrevivem é que têm de aprender a voltar a viver. E não seria justo se não o fizessem.

    Quanto à minha identificação, eu não tenho blog mas chamo-me Rita!
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    Cláudia Oliveira 20.04.2017 14:54

    Acha justo dar esperança, então acaba por concordar comigo. Existem saídas. Mas não acha justo que sejam chamados à responsabilidade os culpados? Eu acho que teria mais justo, assim como a Rita acha que foi justo dar esperança, dar responsabilidade a quem cometeu crimes.
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    Anónimo 20.04.2017 15:35

    Mas essa é a questão, o que nós achamos. Não somos nós que fizemos a série, claro que podíamos dizer "ah preferia que tivesse acabado assim". Mas não podemos dizer que a série é irresponsável porque os culpados não são apanhados. É uma decisão criativa!
    Os media são os meios de comunicação social e esses sim têm de ter responsabilidade no que dizem e informam, porque têm o dever de informar correctamente.
    Tudo o que é arte não tem nenhum dever. Pode ser criticada, sim, sem dúvida nenhuma! Pode e deve. Os realizadores podem ser chamados à atenção (e são) por não terem casts diversos o suficiente - algo que está a ser corrigido!- , por não haver mulheres suficientes em papéis de destaque sem cair em estereótipos estúpidos, etc.
    Agora se vamos atrás de séries, filmes, livros, o que quer que seja porque temos medo do conteúdo.. Ui, que caminho tão perigoso. Vamos censurar o Mein Kampf, o triunfo da verdade (filme), filmes extremistas religiosos por medo? Não, nunca. Tem de caber à pessoa ver, digerir, e tomar as suas decisões.
    Bem sei que os pais não têm acesso a tudo, mas peço desculpa, isso é problema dos pais. Hoje em dia há mil maneiras de controlar o que os filhos vêm na internet ou têm acesso. Nunca pode ser o trabalho da arte educar, nunca. Se não deixar de ser arte e passa a ser "escolinha". E esta série não é dirigida a adolescentes, é dirigida ao público do netflix. Se há adolescentes que têm acesso, então têm de ser os pais a decidir se dão acesso ilimitado ou não, ponto.

    Compreendo perfeitamente as tuas críticas e gostei do teu vídeo, mas quando as pessoas falam da responsabilidade da arte aí discordo completamente.
    Muito sucesso!
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