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"Moonlight" | Um pouco de cinema

por Cláudia Oliveira, em 08.02.17

 

De todos os nomeados, este é o meu filme preferido. Aquele que eu vou torcer com todos os dedos dos pés e das mãos para vencer o Oscar , para a história andar de boca em boca e ser visto pelo mundo inteiro. Primeiro, vamos falar da realização? Amei, é feito de detalhes. A câmara está tão próxima das personagens que somos absorvidos para dentro daquela história. Planos lindos, fotografia fantástica em tons azuis e roxas. É todo um clima sensual, sujo e dramático. Não vos sei explicar, não sou critica, mas o filme encheu os meus olhos e o coração. Vamos falar na história? A humanidade precisa desta história. Precisa de ver com olhos de ver. Precisa de entender o medo de quem quer assumir o seu papel no mundo mas não consegue. Precisa parar de apontar o dedo e usar a violência em todos os momentos. Precisa de deixar que o amor chegue a todos. Este filme entra directamente para os meus preferidos deste ano sem nenhuma dificuldade em relação aos seus concorrentes. E na noite dos Oscars, lá estarei eu, a torcer. A esperança é a última a morrer, não é verdade? Eu tenho tendência para amar dramas,com famílias disfuncionais. Conflitos, silêncios e pouca explicação por parte das personagens. Este filme tem tudo aquilo que mais gosto: profundidade. Vejam, o cinema chama por vós. 

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"Hidden Figures" | Um pouco de cinema

por Cláudia Oliveira, em 07.02.17

 

Acabou de estrear em Portugal o filme que conta a história das mulheres afro-americanas que contribuíram para a exploração do espaço pela NASA. Tentei ler o livro, mas abandonei. Apesar dos factos muito interessantes acaba por ser um livro muito aborrecido. Eu já vi o filme e fiquei maravilhada com estas mulheres. É aquele filme que entra na nossa vida para acrescentar. Uma temática necessária nos tempos actuais. Mais difícil que ser mulher, é ser  negra na década de 40. A inteligência não tem sexo nem cor.  Podem comprovar com a visualização deste filme. Aliás, elas tinha um balneário a um quilometro de distância do posto de trabalho. Um balneário só para pessoas de cor. Arrepio-me sempre com histórias de crueldade e racismo. Gostava de entender o que se passava na cabeça dos seres humanos ao considerar outros da sua espécie uma raça inferior. Gostava mesmo. De todos, este é o meu tema preferido. É um tema muito visto no cinema e na literatura, mas existe sempre um novo ponto de vista, um momento na história por descobrir e emocionar. A história desta mulheres não vai deixar ninguém indiferente. O filme tem um grande elenco também. Só grandes nomes. Posto isto, façam o favor de ir ao cinema ver com os próprios olhos como a humanidade tratava (trata?) os seus. 

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"Lion" Um pouco de cinema

por Cláudia Oliveira, em 03.02.17

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Confesso que não amei o livro. "A Longa Estrada para Casa" apesar de ser uma história triste e real não me arrebatou. Alegrou-me saber que acabou bem. O livro começa pelo final, revela o reencontro de Saroo com a mãe biológica. E não é spoiler, é revelado em cada canto do livro. É a busca de Saroo pelo regresso  a sua casa. Ele perde-se de uma forma estúpida e a sua vida acaba por sofrer uma reviravolta de 360 graus. Talvez se aquela primeira página não estivesse exposta no inicio do livro eu teria outra experiência ao longo da leitura. A sensação de angustia seria permanente. Mas gostei e valeu a pena ler alguns pormenores que não aparecem no filme. E por falar no filme, gostei dele. Mais dele do que do livro. A cena final foi emocionante, chorei litradas. E aqui eu já conhecia a história. Talvez tenha sido o poder das imagens a superar o poder das letras. As adaptações começam a dar cartas e a frase: "o livro é melhor que o filme" perde a sua força. O pequeno Saroo é um mimo, não dá para ficar indiferente. E sabem o que mais me revoltou? A realidade das crianças exposta no filme. Milhares de crianças sofrem na rua, muitas crianças passam fome. O filme faz serviço publico, uma valente chamada de atenção em relação a essa triste realidade. A sorte de Saroo? Ter os melhores do seu lado. Pessoas que sempre o apoiaram ao longo de toda a jornada. Maravilha. 

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"Silêncio" | Um pouco de cinema

por Cláudia Oliveira, em 02.02.17

 

 

 

Depois do livro, veio o filme. O último e mais recente filme de Martin Scorcese. "Silêncio", uma adaptação do livro do japonês Shusaku Endo. 

 

Um filme terrivelmente longo e lento. Lindo na sua grandiosidade e realização. É um filme difícil de agradar, pelo contrário. É necessário perseverança para chear ao fim. Assim como os jesuítas portugueses em busca do padre Sebastião. A missão não será fácil devido às circunstâncias. Passa-se no século XVII, no Japão, onde o catolicismo é condenado. Milhares estão convertidos à fé católica, o panorama não o mais favorável. As atrocidades cometidas em relação aos cristãos é arrepiante. O filme retrata na perfeição a dureza e os obstáculos que a fé enfrentou. Demonstra com profundidade as questões colocadas perante Deus e o seu silêncio. "Porquê Deus permanece em silêncio perante o sofrimento e as dúvidas dos crentes?". Quando acabou fiquei extremamente agradecida. Diante do livro, prefiro o livro. Foi importante para mim ver o filme e deparar-me com imagens chocantes para entender melhor a história. No entanto, o livro apesar de denso e profundo acabou por ser mais leve.

 

Recomendo com um aviso: paciência.  

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"La La Land" | Um pouco de cinema

por Cláudia Oliveira, em 27.01.17

 

Gente, fui ontem ao cinema ver "La La Land" na sessão das 15:40 no Vasco da Gama. Estava ansiosa, queria amar o filme, queria apaixonar-me, queria sair de lá a dançar. 

 

A primeira parte foi uma tremenda seca. Sério. Eu estava a ficar completamente decepcionada e triste. Será que tinha um calhau no lugar do coração? Será que tinha um problema qualquer por não estar minimamente apaixonada pelo casal do ano (Emma Stone e o lindão do Ryan Gosling)? Depois do intervalo. Sim, essa mania dos intervalos que quebram tudo. Depois do intervalo tudo mudou. O jogo virou e vi-me presa a cada nota musical. Eles cantam, sem serem extraordinários. Dançam, sem serem extraordinários. Mas é isso, é esse o brilho do filme. E mais, aqueles últimos minutos, aquele impasse, aquela tensão no último momento acompanhado pela música mais bonita que já ouvi este ano (ok, estamos em Janeiro). E a realização? De babar. Amei, este Oscar tem de ir para o realizador deste filme. Este realizador é autor de dois filmes recheados de música que mais gosto (este e o "Whiplash"). Damien Chazelle. Decorem. Os suspiros, as lágrimas, o meu estômago cheio de borboletas. Não sentia há muito tempo isto durante um filme. A vida ali espelhada, porque não é perfeita. Ao contrário dos que saíram com vontade de dançar, eu saí com vontade de repensar a minha vida. E cantar. E escrever. E amar. E a desejar que a minha vida também fosse um musical. 

 

Vejam, não desesperem nos primeiros minutos e não tenham as expectativas muito altas. Vejam, apaixonem-se pela vida. 

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Cinema | de 5 em 5

por Cláudia Oliveira, em 25.01.17

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 Título Original: The Witness For The Prosecution

2016

 

Uma série de TVadaptada de um conto da Agatha Christie transmitida pela BBC. Gostei muito do dramas paralelos ao asassinato e do desfecho. Tem a presença da sexy Kim Cattrall que faz de uma mulher madura com tendência para casos amorosos com rapazes mais novos. Acaba assassinada. O detective é fantástico. Há uma cena de sexo muito realista e triste. 

 

6/10*

 

 

 

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 Vaiana

Título Original: Moana

2016

 

Um filme de animação muito giro. A menina não anda atrás de um príncipe. Só quer salvar a sua aldeia. Só por isso vale a pena a visualização. Adorei o facto do mar ser um amigo e interagir com a protagonista. No geral acho um filme graficamente bonito, com conteúdo e uma boa mensagem. 

 

7/10*

 

 

 

 

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Toni Erdmann

Título Original: Toni Erdmann

 

Simplesmente fantástico. Um pai desesperado pela atenção da sua filha. Uma filha neglicente e focada no trabalho. O filme é lento, mas gostei de tudo. Personagens cheios de camadas, uma linda mensagem. Adoro filmes deste género, são os meus preferidos. Vou torcer por ele nos Oscars na categoria melhor filme estrangeiro. 

 

 

9/10*

 

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Título Original: A Street Named Bob

 

Um filme inspirado numa história veridica. É triste, sem ser lamechas. Gostei. Acho que as pessoas que adoram gatos vão gostar mais. Vê-se.

 

6/10*

 

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Título Original: Moonlight

 

Amei! Vejam este filme! Adorei a história, banda sonora, realização, profundidade, silêncio. Marcou-me, mexeu comigo e ainda estou na história. Recomendo imenso! Um rapaz em busca de identidade. 

 

 

 

 

9/10*

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Cinema | de 5 em 5

por Cláudia Oliveira, em 01.01.17

Salsicha Party

Título original: Sausage Party 

2016

 

Um filme de animação para adultos com piadas provocatórias e com conotações sexuais. É realmente politicamente incorrecto e não vai agradar a toda a gente. Como tal, tem cenas engraçadas, mas outras que me fizeram torcer o nariz. Há uma critica bem elaborada à sociedade actual e diálogos muito bons. No entanto, o filme não me agradou muito. 

5/10*

 

 

 

O Nascimento de uma Nação

Título Original: The Birth of a Nation

2016

 

Nat Turner, um escravo com conhecimentos a nível da leitura e escrita é utilizado pelo seu proprietário para acalmar os escravos. Ele com o poder das palavras vai elaborar um plano para libertar o seu povo. O filme é bom, mas fiquei desiludida com algumas interpretações. O filme não traz nada de novo em relação ao tema, mas vale muito a pena.

7/10*

 

Acerto de Contas

Título Original: The Accountant

 

O que mais gostei foi da personagem que o Ben Affleck dá corpo e alma. Cheio de camadas, com autismo, muito inteligente. Com capacidades fantásticas para matar. O filme tem cenas de violência e ritmo. Gostei do filme, mas não adorei. Não é inesquecível. Mas valeu a pena, afinal tem a participação do JK Simmons que eu gosto bastante. 

 

7/10*

 

 

Horizonte Profundo

Título Original: Deepwater Horizon

 

Retrata o desastre que se deu em 2010 na petrolífera Deepwater Horizon. Está muito real, com explosões dignas de meter respeito. Gostei do filme, passei um serão agradável. Não acho de todo um filme fabuloso. Gostei da química entre o casal protagonista, dos efeitos pirotécnicos e da mensagem. 

 

6/10*

 

Cegonhas

Título Original: Storks

 

Apesar de algumas cenas ridículas, achei o filme muito engraçado e ternurento. É uma mensagem lindíssima sobre os laços familiares e a mudança das famílias com a chegada de um bebé. Todas as famílias deviam este filme. 

 

 

7/10*

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"Virou filme" : "A Luz Entre os Oceanos"

por Cláudia Oliveira, em 29.12.16

 

 

 

O romance da autora M.L. Stedman virou filme. Estreou hoje. E vocês precisam de ver! 

 

A interpretação dos actores Alicia Vikander e do actor Michael Fassbender é intensa. Traz força à história que por si só é forte. A fotografia é maravilhosa. O guarda-roupa igualmente. 

 

Uma mulher que após abortos, encontra uma criança naufragada ao lado do pai morto. Após muita insistência, consegue convencer o seu marido a ficar com a criança e criá-la como se fosse sua. O problema é quando a verdadeira mãe aparece. Uma história de amor divida entre valores morais e a fé.

 

Emocionei-me com o filme. Muito. Mexeu tanto comigo que comecei a ler o livro imediatamente. Queria continuar na história, queria entender melhor a cabeça daquelas mulheres. Valeu a pena ler o livro. Vale quase sempre. Foi uma leitura apaixonante, dentro dos seus clichés, das suas descrições maravilhosas da ilha e do farol. Realmente a autora consegue passar muito bem o clima da história. O cheio do mar, a natureza, o vento cortante. O livro não tem a mesma força, tem partes aborrecidas que quase me fizeram desligar da história, mas ao mesmo tempo queria saber mais sobre ela. E ainda tenho a história comigo. Não há nada melhor.

 

O filme é superior e imperdível. Levem lenços de papel, vão precisar. Não dá para ficar indiferente. Eu só pensava, e se fosse comigo? Ficaria com a criança? Esconderia uma mentira? Como seria ver arrancado dos meus braços o meu filho pequeno? Enfim, várias perguntas. Todos os personagens têm camadas, são muito reais. 

 

Leia o livro e vejam este filme. Uma adaptação fiel, diria superior, do livro. 

 

livro 4 estrelas

filme 8 estrelas

 

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Um pouco de cinema com... "Cantar"

por Cláudia Oliveira, em 08.12.16

 Este filme é tão engraçado. É super boa onda, alegre, divertido e cheio de mensagens maravilhosas. Não podia ter saído da sala de cinema mais feliz. Foi uma tarde fantástica. 

 

Conta a história de um pequeno koala com um grande sonho. Ele quer fazer um grande espectáculo e pagar as contas. O teatro está prestes a ir parar às mãos do banco devido às dividas acumuladas e fracassos atrás de fracassos. Decide fazer um concurso de cantores. Sendo que o prémio é de mil...ups, cem mil euros. São reunidos vários talentos através de uma selecção. Pessoas comuns com um sonho: a música. 

 

A banda sonora está incrível. É difícil ficar parado durante o filme e não ser contagiado. Só me apetecia dançar e cantar. Uma verdadeira delicia para as crianças. A mensagem é muito bonita, não devemos desistir dos nossos sonhos. Simples. 

 

O meu olhar feminista não podia deixar de captar a importância das personagens femininas. Uma menina cujo o namorado a trata mal e a troca por outra. Uma mulher, mãe, cheia de tarefas domesticas e pouco importante para o marido. Uma menina muito tímida com um avô cheio de vigor. Vão todas dar a volta por cima. Como verdadeiras estrelas. 

 

O filme também aborda os laços familiares entre pais e filhos. De uma ternura imensa. Há tanto para tirar deste filme. Para as crianças vão ser apenas animais cantores e dançarinos. Para os adultos, mais do que isso. Acho que encontrei a minha animação preferida. A sala de cinema esta tarde estava mágica e cheia de emoções. 

 

10/10*

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"Gilmore Girls : A Year in the Life"

por Cláudia Oliveira, em 27.11.16

Preciso de falar no que acabei de ver. Quatro episódios de "Gilmore Girls" disponibilizados na Netflix no passado dia 25 de Novembro. A ideia era ver devagar para durar mais tempo, não consegui, vi tudo este fim de semana. Nem dá para ir vendo. É amor demais!

 

Eu adoro esta série, rever as minhas personagens preferidas é tão maravilhoso como comer uma caixa de chocolates debaixo das mantas num dia friorento. É tão bom como ler um livro num dia de chuva. É tão bom como beber chocolate quente num dia de nevoeiro. É reconfortante. "Gilmore Girls" é a minha série reconfortante. Desenha-me um sorriso no rosto, os meus olhos brilham como as luzes de natal, o meu dia fica mais leve. 

 

Adorei cada minuto. O final é maravilhoso! E claro, tem de ter continuação. Precisa de ter continuação. Super recomendo para quem já ama a série. Não se vão arrepender, prometo. Emocionei-me, vibrei e estou à espera desesperadamente dos próximos episódios.

 

10/10*

 

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