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Emociona

O momento alto da história é a mistura do amor e das trevas. Quando o pai do Amos Oz vai para a cama emocionado com o que acabou de presenciar. Os gritos, os arrepios, a luta e a vitória de um povo acontece numa noite muito emocionante. Senti-em abraçada e muito emocionada quando li a passagem.

 

Amor pelos livros

Por terem existido o meu amor aumenta por estas personagens. É tão lindo o amor que toda a família tem pelos livros. Um meio para o conhecimento, um despiste para a ignorância. Respeito por uma estante onde os livros não se ordenam por tamanhos. Amos Oz teve a sorte de nascer no seio daquela família, peça fulcral na descoberta da sua paixão pela escrita. Tanto amor. 

 

Gargalhadas

O avô do Amos Oz é como imagino que tenha sido o meu avô. Infelizmente não o conheci e só o vi numa foto já desaparecida. Se não era assim, gostava muito. Que homem fantástico e respeitador. Educado e meigo. Sempre com a palavra certa no momento certo. Um ar doce muito comum dos avôs. E o sentido de humor? Ri imenso com ele. É um privilégio crescer ao lado de alguém assim. 

 

Doçura

O livro inteiro mostra a união entre uma família. Um povo. Amor espalhado pelas páginas. Uma tristeza melancólica é expressada em algumas situações. Diria que Amos Oz tem uma escrita mágica. Sobretudo neste livro, por ser mais intimista. 

 

Grandeza

Mesmo com um ritmo lento, a história entranhou-se na minha vida. É muito visual. Não saí a mesma pessoa. Perante a história de um povo, da guerra, da destruição senti-me pequena perante a grandeza desta obra e deste autor. Amos Oz é autor para amar e ler durante a vida. 

 

 

Por favor, leiam este romance. Sobretudo se querem um livro extremamente completo, com perspectivas diferentes sobre o amor na sua entrega e intensidade. Mas preparem-se, é um livro lento por ser tão cheio de tanto. 

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A Terceira Condição | Amos Oz

por Cláudia Oliveira, em 08.01.16

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No Goodreads

Minha pontuação: 4*

 

Foi o meu primeiro contacto com o escritor israelita Amos Oz e fui completamente surpreendida pela sua escrita. Felizmente encontrei outro livro dele cá em casa e espero lê-lo ainda este ano. Também pretendo comprar ou ler da biblioteca todos os outros seus livros editados em Portugal ao longo dos anos.

 

Este livro conta a história de Fima. Um homem de meia idade, com relações fracassadas, recepcionista numa clínica ginecológica e com algumas características peculiares. Ele anota diariamente todos seus sonhos num caderno, tem uma relação estranha com o pai, sofre com a morte de baratas, não consegue estar muito tempo atento a uma conversa e é um homem com uma opinião em relação a tudo. Pessoas muito queridas que chegam a ser chatas? Fima é assim. 

 

O protagonista domina a história, é o que mais gosto neste romance, para além da forma como Oz nos transporta para o seu mundo. Um retrato sobre a situação politica do seu país. São expostas ao longo dos diálogos, ou pensamentos do protagonista, várias posições sobre o conflito entre israelitas e palestinianos. 

 

Não esperem acontecimentos frenéticos neste livro. O seu ritmo é lento. Agradavelmente lento. Acompanhamos episódios do dia a dia simples de Fima e das pessoas que têm contacto com ele. Descobrimos aos poucos, em camadas, a sua história. Senti vontade de o abanar, abraçar e questionar. Irritei-me com outros personagens, enojei-me com outros. Um misto de sentimentos. Não consigo transformar em palavras a experiência de leitura com este livro. 

 

Não sei se este será o melhor romance para começar a ler Amos Oz, mas deixo a minha recomendação. Um livro brilhante, escrito de forma magnifica. 

 

Li este livro para o projecto Atlas das Nuvens do @wolneyf (snapchat).

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