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Augusto Cury vai estar hoje, dia 4, pelas 15.30, na Feira do Livro em Lisboa, no grupo Porto Editora. Psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor. Um dos autores mais lidos no Brasil. Portanto, não fiques em casa, aproveita para ires até à Feira do Livro em Lisboa. Eu vou lá estar para aproveitar esta oportunidade única. 

 

Ao contrário do que estava à espera, o livro é narrado de uma forma absolutamente cativante. Prendeu-me do começo ao fim. A escrita é super acessível e não cria dificuldade em transmitir a sua mensagem. Ponto muito importante num livro deste género. Falar do ponto de vista cientifico na grande figura religiosa que é Jesus é um valente desafio. Presumem os meus caros leitores que será um livro somente para crentes ou ateus. Digo-vos, é para ambos.

 

Marco Polo é um ateu convicto, psicólogo e pesquisador. Durante uma palestra rejeita a ideia de discutir religião e a inteligência emocional de Jesus quando é confrontado com a seguinte questão: como é a mente de Jesus do ponto vista cientifico? O cientista sofre um abalo muito grande na sua vida (com outro caso familiar entre mãos) que intensifica a vontade procurar uma resposta em relação à inteligência emocional de Jesus. Mais tarde, vê-se perante um grupo de outros cientistas e dois ilustres teólogos num debate em mesa redonda promovido pela ONU. Augusto Cury transformou esse acontecimento num romance intitulado "O Homem Mais Inteligente da História" recentemente lançado pela Pergaminho.

 

Acompanhar os seus dramas e questionamentos torna Marco Polo mais próximo dos leitores. Senti necessidade de fazer as mesmas perguntas e repensar algumas ideias. Senti-me no meio do debate, pronta para encher os teólogos de perguntas. Quantas vezes, perante situações de injustiça somos levados a perguntar onde está Deus? Este livro trouxe-me outro ponto de vista. Ajudou-me a conhecer os fiéis acompanhantes de Jesus e as suas crenças. No entanto, não mudou a minha posição perante a  religião. Talvez tenha agora uma visão mais clara sobre as motivações dos outros em agarrarem-se à fé como salvação.  

 

"Muitas dessas pessoas que choram no Muro das Lamentações já choraram diante de oncologistas, ortopedistas, psiquiatras, enfim..."

 

 

Marco Polo cresce juntamente com a investigação. Acredito que junto dos outros aprendemos e desafiamos as nossas crenças. É também interessante o desenvolvimento da sua relação com o filho Lucas. Um jovem perdido no mundo das drogas. O retrato de um mundo actual cheio de informações desnecessárias para o crescimento pessoal e da inteligência emocional. Damos aos nossos filhos o essencial? Este livro debruça-se perante a realidade das relações entre pais e filhos. A ausência da confiança entre indivíduos e os seus receios pela rejeição. Aborda o tempo de qualidade como papel fulcral na educação. 

 

Para esta investigação são entregues textos do famoso Novo Testamento a Marco Polo. Para um cientista estudar a Bíblia tem de acreditar na sua existência. Questionei-me sobre isto durante toda a leitura. Espero ver respondida a minha dúvida no próximo volume da série de livros dedicada à gestão da mente.   

 

Este livro acabou por ser uma boa surpresa. Levantou questionamentos sobre a minha relação com os outros. Deu-me algumas nuances para contornar dificuldades sobre o autocontrole e a correria excessiva. A necessidade de estar mais presente de corpo e alma na vida de quem estimo. Como um conselho amigo como costumam ser os livros que nos tocam.

 

"Não precisamos de muito para ser felizes. De que adianta cuidar dos outros se nos esquecemos de nós mesmos?"

 

"Tens cuidado de ti? - Era uma pergunta simples e vital."

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(livro cedido pela editora)

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