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"SE EU FOSSE TUA" | MEREDITH RUSSO

por Cláudia Oliveira, em 02.05.17

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Não nego a importância de livros para adolescentes com personagens diferentes dos padrões comuns . São realmente necessárias histórias contadas do ponto de vista de adolescentes com problemas de identidade ou algum tipo de perturbação mental.  Este livro será com certeza importante para muitos adolescentes. Este livro não fala sobre problemas de identidade ou algum tipo de perturbação mental. Este livro conta a história da Amanda, ela nasceu rapaz.

 

O livro é bastante fácil de ler, a linguagem é simples e os constantes diálogos dão imenso ritmo ao livro. Li-o num dia. Os capítulos curtos também ajudaram muito. Só mais um, só mais um,...No entanto, cheguei ao final incomodada com várias coisas nesta história. Perdi as contas às inúmeras vezes que a protagonista é chamada de "linda". Todas a acham linda, ela é linda mas não acredita, tão linda, linda. Na página oitenta já revirava os olhos com a falta de adjectivos por parte da autora. Eu entendo que a autora queria passar a mensagem de "tu és linda, todos somos, não interessa como somos, de quem gostamos". Mas a repetição não é de todo a melhor forma. Muito menos a nota final, cheia de explicações. 

 

É de louvar a coragem da autora em escrever uma personagem diferente da realidade da maioria para ajudar os adolescentes. Ela própria admite que teve medo em escrever esta história. Corajosa. No entanto, é preciso que seja feito com mestria. Não foi o caso. O livro é raso, sem profundidade. Nunca senti a dor da Amanda, nem algum tipo de sentimento. Já li YA suficientes para saber que não precisam de ser assim.

 

O processo de transformação, a tentativa de suicídio, a angústia da Amanda precisava de estar exposta e dilacerar o meu coração. Nem no momento mais dramático o meu coração ficou aos pulos. É muito difícil imaginar o sofrimento de alguém nesta situação. Ou ser mãe de alguém que um dia chega a casa e diz "afinal sou uma menina". Mas gostava de sentir através da literatura essas dúvidas. Reflectir, ficar atormentada. Não aconteceu.

 

Este livro pretende passar uma mensagem bonita, mas de forma pouco intensa. Podia ter sido muito melhor. 

(este livro foi cedido pela editora)

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"FUI EU QUE FIZ" | MARGARIDA GARCIA E MARIANA GÓIS

por Cláudia Oliveira, em 28.04.17

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Este livro trouxe-me vontade de renovar os móveis todos lá de casa. Tem ideias simples e fáceis de concretizar. Eu acho que vou começar pelo quintal e pintar as paletes que fazem de esplanada no terraço. Já tenho as tintas, só falta comprar as lixas e começar. O bom tempo vem ajudar na decisão de dar cor à minha casa. 

 

As autoras deste livro têm um blog chamado "Once Upon a Trash" com um conceito que acho muito bonito para o planeta. A renovação e reutilização  dos móveis. Este livro é a compilação de vários projectos de reciclagem. Mais de trinta ideias partilhadas com fotografia bonitas e ao pormenor.  Os capitulos são divididos pelas várias divisões de uma casa: cozinha, sala, quarto, etc...

 

Este livro é uma inspiração! Gostei muito do resultado. Acho que até as pessoas com pouca habilidade para trabalhos manuais (é o meu caso!) conseguem transformar móveis velhos e sem graça em peças com atitude. 

 

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(livro cedido pela editora)

 

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VEDA #27 #GIRLBOSS

por Cláudia Oliveira, em 27.04.17

 

 

Depois de ler o ebook escrito pela Sophia Amoruso, decidi ver a recente série da Netflix, "Girlboss". 13 episódios bem humorados. Diverti-me muito. É uma série divertida e leve. Ideal para quem está a fazer VEDA. Neste vídeo falo um pouco  sobre o livro e comento a primeira temporada completa. Com spoilers.

 

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"NO CORAÇÃO DO IMPÉRIO" | ALEXANDRA VIDAL

por Cláudia Oliveira, em 27.04.17

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Primeiro romance histórico deste ano. Para quem, como eu, está a começar a ler históricos, escolhi o livro certo. Li-o num ápice ao contrário do que esperava. Gostei de ser surpreendida.

 

Na primeira página somos empurrados para o século XVI, um carregamento de escravos vindos do Congo chega a Portugal. Foi esta página que me prendeu de imediato. O sofrimento das mulheres durante a viagem destroçou-me. Violadas, maltratadas e conduzidas para lugares completamente desconhecidos longe das suas famílias. Arrepiante.

 

"Muitas mulheres foram violadas pelos homens brancos. De unhas grandes e disformes, com a boca deformada pelo escorbuto, eles davam livre rédea ao prazer com a carne agrilhoada das fêmeas em cativeiro. Talvez se tivessem transformado em estranhos cadáveres, mortos que respiram mas não sentem, a quem já foi roubada a alma."

 

A escrava Imani, baptizada pelo frades portugueses de Maria da Esperança, é a protagonista desta história. Uma mulher inteligente, com enorme sede de conhecimento. É enviada para aprender a escrever e a ler quando é colocada na corte de D. João III, para servir a rainha D. Catarina de Áustria. O seu professor é o homem pelo qual se apaixona, o gramático Rodrigo Montalvão. O romance acontece muito rápido. Uma paixão arrebatadora entre livros, num piscar de olhos e meia dúzia de palavras trocadas.

 

 A história é escrita de forma despretensiosa, leve e pouco descritiva. Estive sempre interessada no romance central. Li metade sem dar pelas páginas voarem diante dos olhos. Não tem descrições longas e detalhadas para quem está à espera de muitos pormenores sobre o terramoto ou a corte de D. João III. Fica o aviso. É tudo muito rápido neste livro. Tão rápido que fiquei baralhada em alguns momentos. Senti falta de mais explicações em outros. Contudo, estive a torcer pelo casal improvável até ao fim.

 

Mas o final...

 

Não gostei. Foi apressado, não foi intenso. Foi uma correria de acontecimentos sem explicação. Pouco ou nada sobre os estragos do terramoto. Personagens com atitudes pouco coerentes. Uma pena, a autora tinha nas mãos uma boa história mas não conseguiu concretizar nem manter uma narrativa coerente até ao fim. 

 

Como primeira experiência, valeu a pena. Uma leitora assídua de romances históricos provavelmente vai ter outra opinião. 

 

(livro cedido pela editora)

 

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"A SERPENTE DO ESSEX" | SARAH PERRY

por Cláudia Oliveira, em 21.04.17

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Fico muito feliz quando encontro editados livros escritos por mulheres, com qualidade e uma capa maravilhosa. Parabéns à Minotauro pela escolha e trabalho. Tem surpreendido com os lançamentos.

 

Sarah Perry nasceu na Inglaterra, no Essex, tem 38 anos e este é o seu primeiro romance. Nem quero imaginar os seguintes. Esta mulher escreve de uma forma linda e única. É uma narrativa envolvente, sensorial e crua.

 

Este romance foi finalista do prémio "Costa Book Award" do ano passado. Na capa e na aba estão elogios de outras escritoras igualmente talentosas e vencedoras de outras prémios literários: Sarah Waters, Jessie Burton e Helen Macdonalds, " Uma obra de grande inteligência e encanto, de uma autora extremamente talentosa"; Adorei este livro..."; "Sarah Perry tem o dom raro...". Adoro quando mulheres elogiam outras mulheres dentro da mesma área.

 

Vamos à história e à minha opinião. 

 

Primeiro, a história passa-se em Londres durante o ano de 1983. Cora perde o marido mas não parece muito preocupada. Aliás, sentimos a frieza na personagem e alguma dificuldade em entender a sua postura em relação à morte do seu companheiro. É estranho. Cora não me agradou logo, mas deixou-me curiosa para saber mais sobre ela. E foi esse o encanto da história. Pelo menos para mim. A protagonista, a força da sua presença e todas as camadas que ela apresenta perante o matrimónio, a maternidade e a amizade. Após a morte do marido ela decide ir até Essex após escutar uma história sobre uma mítica serpente que assombra os dias da população daquela região. Ela quer ver com os seus próprios olhos, ela quer descobrir e experimentar uma vida diferente. No fundo, quer estar como bem entender. E logo aqui vemos que Cora não é uma mulher comum. 

 

Há todo um retrato da população e do ambiente vivido nas vilas modestas de Londres no século XIX. É feita uma descrição maravilhosa da natureza. Já viram fotos do Essex? Experimentem. Sarah Perry consegue transmitir na perfeição a paisagem verde, o ambiente húmido e gótico.

 

Nesta história a Cora não é única mulher espantosa. Martha, a amiga de Cora, é uma mulher lutadora e cheia de atitude. Adoro-a. Não fica na sombra da protagonista e consegue destaque em muitas cenas. Este livro está cheio de personagens realistas. Todos eles.

 

O livro tem um ritmo lento. Mas eu gostei. Um corpo em movimento cheio de lama. Uma descrição perfeita para a minha experiência de leitura. Em alguns momentos tive a sensação de estar a ler um clássico tal o requinte e a forma primorosa de algumas passagens. 

 

Não adianto mais. Descubram vocês. Não gosto de desvendar muito, mas adoro boas personagens e um bom enredo. Aqui está. O livro vale a pena e recomendo.

 

 

Aproveitem, participem no passatempo. AQUI

(livro cedido pela editora)

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HOMENAGEM A ROSA LOBATO DE FARIA

por Cláudia Oliveira, em 20.04.17

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PASSATEMPO | "A SERPENTE DO ESSEX" | SARAH PERRY

por Cláudia Oliveira, em 20.04.17

 

 

até dia 23 de ABRIL

Regras

- preencher formulário

- uma participação por cada partilha pública no facebook (desde que coloque o link de cada partilha pública)

- podem participar uma vez por dia até ao último dia 

- ter morada portuguesa

- não me responsabilizo pelo extravio do livro. O envio do prémio é efectuado pela editora. 

 

(estou a ler este livro e RECOMENDO MUITO, podem colocar na wishlist AGORA)

 

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Querem um conselho daqueles para levar para a vida? Leiam este livro!

 

Chimamanda foi babysitter, criou sobrinhos e filhos de amigos próximos. Conviveu de perto durante bastante tempo com crianças. Ela é feminista, "todos devemos ser feministas". Posto isto, uma amiga de Chimamanda queria saber como educar a filha acabada de nascer como feminista. Pois estava confusa e precisava de orientação. Não sabia como agir perante a maternidade e as suas decisões. Chimamanda aceitou o pedido e respondeu à sua amiga através de uma longa carta. Deu-lhe quinze sugestões. Servem para a sua amiga e para todos nós. Para os que não têm filhos e para todos os adolescentes.

 

Primeiro, este livro é de leitura obrigatória para quem tem interesse ou pretende conhecer mais sobre o feminismo. E mesmo para quem não quer, não custa nada sair da zona de conforto e dar uma oportunidade, não é? É um livro curto, apesar de muito informativo. Talvez seja necessário uma releitura para absorver tudo o que a Chimamanda pretende transmitir. Talvez seja necessário várias paragens para reflectir sobre o que acabámos de ler. Talvez seja necessário abrir os olhos sobre uma palavra que ainda cria muita confusa na mente de algumas pessoas: feminismo. 

 

A literatura tem um papel muito importante: informar, incomodar, sensibilizar e mudar mentes. Acredito intesamente nisso. Acredito no poder da literatura. A literatura pode causar estranhamento, iniciar grandes mudanças interiores e transformar-se em grandes decisões. Mudar a forma de olhar a vida, consequentemente olhar os outros e respeitar as suas escolhas. 

 

Se tenho uma escritora preferida (por acaso até tenho mais) ela tem o nome de Chimamanda Ngozi Adichie. Um nome que acabou por ser muito importante para mim. Nunca ninguém me explicara o que era o feminismo até encontrar esta escritora. Estão a ver o poder a literatura? Uma mulher nigeriana explicou-me o que era o feminismo sem conhecer-me. Obrigada, muita gratidão pela sua existência. Nem sei bem como tropecei nela. Ou talvez saiba.

 

Questionava-me há anos, defendia com unhas e dentes o papel da mulher em diversas situações. Existiam situações que me incomodavam muito. Desconhecia que não estava sozinha até encontrar um pequeno grupo no booktube. O booktube foi uma janela gigante. Sério, mulheres maravilhosas ajudaram-me imenso a entender o feminismo.  Elas não fazem ideia. O "leiamulheres"  também fez toda a diferença na minha vida. Mais uma vez a literatura a transformar-me, a ser uma extensão de mim mesma. 

 

Encontrei nas palavras de Chimamanda reconforto, identificação, entendimento. No fundo, um abraço apertado com uma nota agarrada: "não estás sozinha, somos muitas". Este livro ainda não foi editado em Portugal, mas tive a oportunidade de ler em ebook. Desta vez o poder das tecnologias. O meu respeito pela Chimamanda aumentou e bebi da sua sabedoria em cada palavra. Tenho tanta pena de não ter lido antes do nascimento do meu primeiro filho. Teria sido uma ajuda tão grande. No entanto, sei que agora nunca mais serei a mesma. Nunca mais vou questionar o meu papel como mãe dentro dos princípios feministas. Nunca mais vou sentir-me culpada com algumas decisões. Tenho orientação, sei como estar atenta e fazer a diferença na vida dos meus filhos. Farei o meu melhor.

 

Não vou dissecar o livro, nem revelar as sugestões de Chimamanda. Vou antes sugerir que o leiam. Um dos meus preferidos da vida, para reler sempre e recomendar a toda a gente. 

 

Sugestão dezasseis: coloque as palalvras de Chimamanda Ngozi Adichie no caminho dos seus filhos. 

 

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A francesa Raphaelle Giordano, coach de desenvolvimento e criatividade e pintora, lançou o seu primeiro romance "A tua segunda vida começa quando percebes que não terás outra". 

 

Camille é uma mulher casada e mãe, com trinta e oito anos. No meio de um temporal tem um acidente e resolve ir bater à porta da casa mais próxima onde é recebida com gentileza por um casal. Diante de uma chávena de chá desfaz-se em lágrimas. Ela revela que se sente perdida e infeliz. Claude apresenta-se como rotinólogo e oferece-lhe ajuda. Com mudança de hábitos, técnicas de coaching e auto estima ao longo de vários dias a vida de Camille vai ganhar um objectivo e mudar.

 

O livro reúne várias técnicas de desenvolvimento pessoal. Para quem conhece e tem interesse no assunto vai adorar o livro (foi o meu caso!). Para quem nunca ouviu falar em técnicas de coaching vai ficar confuso em alguns momentos. No final o livro tem todas as explicações necessários com as diversas técnicas implementadas ao longo do percurso da Camille.  No entanto, acho que o livro não desenvolve todas as técnicas. Engana-se quem pensa que o caminho para obter resultados é rápido e fácil. O desenvolvimento pessoal é um processo lento e diário.

 

Às vezes, somos felizes e não sabemos. Às vezes, não reparamos na beleza da natureza, no cheiro do café, no abraço de uma criança. Temos o poder de mudar as nossas vidas através da mente e gestos, mas insistimos culpar tudo à nossa volta. A atitude mental é muito importante. Estarmos rodeadas de boas energias é essencial. 

 

"A boa notícia é que temos o poder de mudar estes pensamentos. Ver tudo rosa ou ver tudo negro não é algo independente da nossa vontade..."

 

"Preguiça, fadiga, desencorajamento, os inimigos estão à espreita! Mas não fraqueje: o resultado recompensa."

 

É impossivel ler este livro e não tentar implementar algumas técnicas de desenvolvimento pessoal. E que tal começar por fazer uma lista daquilo que não quer mais na sua vida? E que tal ler este livro para ver como pode começar a segurar a felicidade antes dela escapar? 

 

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A história é leve, bem disposta. Ideal para um fim de semana relaxado. Adorei e recomendo.

 

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"SEJA FELIZ SEM DIETAS" | MAFALDA RODILES

por Cláudia Oliveira, em 06.04.17

 

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A Mafalda Rodiles é actriz. Lembram-se dela dos "Morangos com Açúcar"? Ela foi estudar para o Brasil, mas já não regressou. Acabou por se apaixonar e troxou Lisboa pelo Rio de Janeiro. Não é nutriocionista, mas tem excelentes conselhos para vos dar neste livro. Juro. E ainda dá cursos onde implementa bons hábitos alimentares às suas alunas. Eu assisti às quatro aulas gratuitas delas e vi alguns vídeos no seu canal Youtube. Ela partilha mais informações caso subscrevam o seu site: Seja Feliz Sem Dietas.

 

Vou explicar o que gosto nas partilhas da Mafalda. A energia positiva. Sabem aquela pessoa que vocês passariam muitas horas a ouvir porque é boa onda e consegue transmitir alegria em tudo o que diz? Ela é assim. No livro acabamos por saber um bocadinho da pressão que ela viveu por causa do seu sonho em ser actriz. E dos problemas alimentares que teve, compulsão alimentar, engordar, emagrecer e viver sempre em dietas. Até ao dia em que foi mãe. Ser mãe tem o condão de mudar muitas mentalidades. Ela decidiu parar com as dietas e adotar um estilo diferente: saudável, sem privar-se de nada. E deixar de sentir fome à noite. 

 

Toda a gente sabe que as dietas têm um prazo. Quando acabam os corpos voltam ao lugar e dificilmente as mentalidades mudam. As dietas precisam de ser transformadas em hábitos saudáveis sem pressões, sem contar calorias, sem vivier completamente obcecada com isso. Sabem o que acontece quando decidimos não comer alguma coisa? Queremos desesperadamente comer essa coisa. Mas claro, estar sem fazer dieta não é passar a comer tudo. É necessária força de vontade edisciplina. A Mafalda explica muito bem como funciona. Ela é maravilhosa. 

 

Eu não acredito em tudo o que leio e faço pesquisa sobre tudo antes de mudar alguma coisa. Recomendo que façam o mesmo e escolham uma especialista na área de acordo com o que acreditam. É importante confiarem na pessoa que vos vai acompanhar. A Mafalda dá cursos e ainda tem disponibilidade online para acompanhar as alunas e esclarecer todas as dúvidas. 

 

O melhor conselho que eu li neste livro? Beber muita água. Três litros por dia. Acho que é o seu primeiro conselho e é óptimo. Juro que faz maravilhas e é um primeiro passo muito importante. Digo eu, que não sou nutricionista mas vi os benefícios da água na minha vida. Entretanto, comprem este livro, é inspirador e mostra uma experiência transformadora. Traz dicas valiosas. A força de vontade é sempre vossa, claro. 

 

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Prontas para serem felizes? Acredito que sim!

 

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