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CLUBE DOS CLÁSSICOS VIVOS

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5 EM 5 + LEITURAS EM ANDAMENTO (39)

por Cláudia Oliveira, em 21.11.17

Mês especial, cinco leituras para partilhar. Só autores portugueses Dos bons!

 

Livros lidos:

“O Luto de Elias Gros”, João Tordo

“Reaccionário com dois Cês”, Ricardo Araújo Pereira

“A Letra Aberta”, Herberto Helder

"Comuninadade", Luiz Pacheco

“O Rosto de Deus”, Ana Teresa Pereira

 

 

Documentários Helberto Helder: https://www.youtube.com/watch?v=-p0Cn...

Luiz Pacheco:https://www.youtube.com/watch?v=rBoh6...

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"O LUTO DO ELIAS GRO" | JOÃO TORDO

por Cláudia Oliveira, em 21.11.17

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Alguém disse que comprou este livro na Feira do Livro porque a livreira afirmou que tinha sido escrito por um anjo de tão perfeito. Eu ouvi aquilo e fiquei a pensar no meu exemplar em casa a ganhar pó. Mas estava guardado para o momento ideal. Foi agora. O livro estava à minha espera também. Nada me preparou para esta história. 

 

Sabemos à partida que Elias está de luto, mas ainda não fazemos ideia do resto da história. Somos completamente apanhados de surpresa. A história é costurada pelas mãos do escritor com camadas, em pequenos diversos episódios que complementam cada pedaço anterior. De forma corrida, não dá para largar este livro sem respirar fundo. Também o protagonista está atravessar um processo de luto, daí o escape para a ilha totalmente sozinho. Talvez não queira estar sozinho, talvez queira encontrar nos outros quem perdeu.

 

Mais do que uma história sobre a forma como perdemos as pessoas que mais amamos é um livro sobre empatia. Numa ilha as pessoas revelam-se, entregam-se a afectos. Deus parece ser o escape num meio do caminho, a busca por uma fé desajustada. As relações estreitam-se, escapam por entre os dedos, passamos a vida com medo de perder. A nossa tristeza é fruto de quem perdemos ao longo da vida? Numa ilha queremos fugir mas não temos mais do que a natureza, o silêncio e a própria solidão.

 

Nota-se ligeiras influencias de grandes obras e autores. Borges está por todo o lado, a grande baleia Moby Dick também. Reconheço o gosto pessoal do escritor porque já o ouvi falar nestas obras como sendo as suas preferidas. Ao desejar escrever algo diferente, parece-me que desta vez encontrou a sua voz. Não conheço todos os seus livros, mas este supera o que conheci. Há uma evolução imensa na narrativa. Um livro que diz mais quando não diz tudo e nos faz principalmente sentir. Aquele final. Chorei tanto. 

 

Este livro tem camadas de tristeza resolutas em pensamentos melancólicos. Provoca e incomoda. Marca, sobretudo lido no momento certo. Foi o meu caso. Preciso do segundo volume urgentemente. 

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"LETRA ABERTA" | HERBERTO HELDER

por Cláudia Oliveira, em 20.11.17

 

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Nunca tinha sido empurrada com tanta força contra o abismo como fui pelos poemas de Herberto Helder. Uma crescente perturbação ao longo dos poemas que me fizeram querer saber mais sobre ele. Herberto Helder era um poeta genial, morreu em 2015.

 

"Meu deus faz com que eu seja sempre um poeta obscuro"

 

"Letra Aberta" transformou a minha forma de olhar para a poesia. Era disto que eu precisava para acordar. A literatura  nunca mais será igual, nunca mais será uma só linha contínua. Abriram-se muitas janelas para espreitar e procurar a porta. O meu tamanho transformou-se, passei a pequenina curiosa em bicos dos pés. 

 

Quando fechei o livro tinha um peso tão grande dentro de mim que achei possível cair. A garganta estava seca e o sangue fervia. Não queria sair dali. Precisava conhecer mais, desvendar. E reli, reli até dar nós na minha cabeça. Era disto que eu precisava. E fui em busca de mais, encontrei um documentário sobre o poeta, li algumas entrevistas. Um poeta que não suportava o mediatismo. Talvez por isso tenha sida tão demorado o meu encontro com os seus livros. O documentário está disponivel no YouTube. É dedicado ao poeta numa tentativa de conhecer mais do homem, dentro das suas limitações é muito interessante. Assistam se tiverem curiosidade. 

 

Não encontro neste momento palavras suficientes para demonstrar o meu fascínio nem o tamanho do impacto dos seus poemas na minha vida.

 

 

 o documentário

 

(li este livro para o projeto Ler os Nossos)

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OS MEUS NÓBEIS PREFERIDOS

por Cláudia Oliveira, em 19.11.17

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vencedor deste ano (2017)

 

 

Em Outubro foi anunciado o vencedor do Prémio Nobel da Literatura. A Academia Sueca escolhe um escritor todos os anos, sendo este um prémio polémico e pouco coerente em determinadas escolhas.

 

Costumo estar atenta ao nome vencedor e ter grandes surpresas após a leitura das obras dos designados vencedores. Conheci obras e autores fantásticos que talvez tivessem passado despercebidos se não integrassem esta lista. Herman Hesse, Ernest Hemingway, Yasunari Kawabata, Gabriel Garcia Marquez, Albert Camus, Toni Morrison, Alice Munro, entre outros. Hoje quero partilhar os meus nóbeis preferidos, indicando as duas obras preferidas. Escolhi apenas autores que li duas ou mais títulos.

 

Espero que gostem e não deixem de me dizer qual o vosso Nobel preferido e o livro. Mais sugestões são sempre bem vindas. 

 

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John Steinbeck

Nobel em 1962

 

As obras preferidas: "Ratos e Homens" (1937) e "As Vinhas da Ira" (1932)

 

Gosto sobretudo da dureza e realismo que coloca nas suas histórias. São episódios muito tristes e cruéis. Os dois livros tiveram um impacto enorme em mim e nunca os esquecerei. Para mim são duas obras primas da literatura mundial tal a sua complexidade e grandeza. Quero ler mais livros do autor. O título que mais me desperta interesse é "A Leste do Paraíso".

 

 

Samuel Beckett

Nobel em 1969

 

As obras preferidas: "Ah, os Dias Felizes,Não Eu" e "À Espera de Godot"

 

Este autor marcou-me, mexeu na ferida. Foi ao meu lado mais profundo e fez-me pensar. Mudou sem dúvida a minha perspectiva em relação ao tempo, à vida. É fenomenal. Pretendo ler "Watt".

 

 

 

 

José Saramago

Nobel em 1998

 

As obras preferidas: "O Ano da Morte de Ricardo Reis" (1984) e "As Intermitências da Morte" (2005)

 

 Gosto da genialidade e da critica contida nos seus livros. Surpreendo-me sempre que leio um livro de Saramago. Nunca fiquei desiludida com nenhum. O seu estilo é único, uma mistura de ironia sombria e delicadeza. Quero ler todos os seus títulos, o próximo será "O Evangelho Segundo Jesus Cristo".

 

 

 

Orhan Pamuk 

Nobel em 2006

 

As obras preferidas: "O Museu da Inocência" (2008) e "Uma Estranheza em Mim" (2014)

 

Gosto muito da sua sensibilidade. A forma como conta as histórias sobre as pessoas do seu país. É um excelente contador de histórias! Fico completamente ofuscada pela sua voz narrativa. Quero ler "Neve" e o seu livro de não fição "Outras Cores". 

 

 

 

 

 

 

 

Mário Vargas Llosa

Nobel em 2010

 

As obras preferidas: "Travessuras da Menina Má" (2006) e  "O Herói Discreto" (2013)

 

Uma das minhas personagens femininas preferidas de sempre é a Lily, a menina má. As suas personagens são sempre inesquecíveis. Adoro a forma singela com que conta as historias enquanto revela a realidade e mística das suas raízes. Quero ler a grande obra "Conversas na Catedral".

 

 

 

Svetlana Alexijevich

Nobel em 2015

 

As obras preferidas: "As Vozes de Chernobyl" (1997) e "A Guerra Não tem Rosto de Mulher" (1985)

 

Graças a este prémio tive a possibilidade de ler dois grandes livros de não fição. É um trabalho impecável da autora que considero necessário e urgente.  São relatos duros e intenso. Obras maravilhosas. Quero ler tudo o que ela escreveu.

 

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"REACCIONÁRIO COM DOIS CÊS" | RICARDO ARAÚJO PEREIRA

por Cláudia Oliveira, em 18.11.17

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Ricardo Araújo Pereira é um humorista português. Mas não é só um humorista, é mais do que isso. É uma personalidade muito estimada e apreciada pelo público. Alguém que respeitamos e admiramos. Paramos para escutar. É o "gato fedorento" que marcou a mudança do humor na televisão. 

 

Saiu mais um livro dele pela Tinta da China. Um livro que reúne várias crónicas sobre temas como Portugal, Redes Sociais, São crónicas publicadas ao longo de cinco anos. Pontos de vista interessantes sobre os assuntos mais chatos. Abre mentes, toca na ferida e ainda levanta questões que passam pela cabeça de alguns, mas muitas vezes ninguém confessa. 

 

Confesso que me diverti muito com este livro. Não concordo com tudo o que ele diz, mas gosto de ver que o humor em Portugal está de boa saúde. O Ricardo Araújo Pereira não perdeu a piada, mas está ligeiramente um Velho do Restelo. Foi engraçado ir até ao passado e recuperar histórias enterradas do meu país.  Senti o coração quentinho várias vezes, coloquei um sorriso no rosto outras tantas.

 

As minhas crónicas preferidas são sobre o facebook e a forma como as pessoas usam as redes sociais. Ri imenso por reconhecer várias peculiaridades minhas e dos que me rodeiam. Para mim, o melhor humorista é aquele que agarra nas coisas mais simples e consegue criar uma empatia entre ele e quem o escuta/lê. Trump, Ricardo Salgado, Vaticano,e-factura,os robôs de cozinha tão escapam ao humorista. E a crónica sobre o feminismo? Brutal, das melhores. Adorava que muita boa gente a lesse. Variedade não falta nesta selecção de crónicas. 

 

A nota introdutória do livro é uma carta a Portugal sobre as três melhores coisas que o país está a perder: comida, clima e língua. Parece completamente fora do contexto e antiga, sendo que este último verão foi o mais quente de sempre. Nesta carta ele reclama de falta de verão e de calor. Das comidas saudáveis e dos ingleses e franceses por todo o lado. Podiam ter escolhido uma introdução mais adequada e atual. 

 

Referências literárias não faltam neste livro, não fosse o Ricardo Araújo Pereira um grande leitor. Temas atuais comentados de forma perspicaz e divertida como seria de esperar.

 

Recomendo. Gostei bastante. 

 

(li este livro para o projeto Ler os Nossos)

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NOVIDADE | "PAREM TODOS OS RELÓGIOS" | NUNO AMADO

por Cláudia Oliveira, em 18.11.17

 

Tinha lamentado recentemente que um dos autores portugueses que mais gosto nunca mais tinha lançado um livro. Recebi hoje a noticia que afinal vem aí um livro novo do Nuno Amado. Sai no dia 28 de Novembro pela Oficina do Livro. Tantas novidades a sair este mês! Quero, obviamente.

 

SINOPSE

Aos trinta e seis anos, a professora de literatura Helena Remington apaixona-se loucamente por um italiano de visita a Lisboa. O romance entre os dois, intenso e tórrido, é, porém, abruptamente interrompido por um acidente de automóvel na costa italiana onde ambos passavam férias.

Decorridos vinte anos sem notícias de Fabrizio, Helena recebe uma carta da filha dele com um pedido ousado e urgente. Para o satisfazer, terá de lançar-se na mais arriscada aventura da sua vida, envolvendo-se com gente perigosa numa autêntica corrida contra o tempo. Tudo para salvar o homem que tanto amou. 

Muitos anos mais tarde, Carlos - o sobrinho-neto preferido de Helena - conhece Francesca, uma rapariga italiana que também precisa de ser salva e que o destino transforma em tradutora de cartas de amor. 

Parem todos os Relógios é uma narrativa fluida e aliciante sobre as consequências do amor, que combina magistralmente elementos de thriller policial, história de amor e épico familiar.

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AGRADECIMENTOS E OUTROS BRINDES

por Cláudia Oliveira, em 17.11.17

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Mais um aniversário.

 

Agradeço a companhia, as palavras que circulam e nos ligam através de uma linha invisível. Extremamente grata por ver um blog dedicado à literatura crescer com novos leitores e acrescentar na vida de alguns. Sobretudo às pessoas que se instalaram na minha vida para a melhorar os meus dias. Sem esquecer quem passa e no silêncio continua a passar.

 

Sempre me disseram que os livros não suscitavam interesse por parte do público, não podia com um blog atravessar limites ou dar azo à criatividade. Ler e escrever sobre livros é tão monótono, repetem as vozes. Basta ler e escrever. Ler e escrever. Foi totalmente o oposto. Foi um ano cheio de tanto que precisei muitas vezes de parar, respirar fundo e pensar: isto está a acontecer? Está.

 

Os livros podem transformar e trazer o que só o conhecimento traz. São a base para uma sociedade informada, qualificada, determinada e disposta a debater ideias.  Melhor, portanto. Eu acredito no poder da literatura.

 

Posso garantir a minha contínua satisfação com tudo o que faço no blog e no respetivo canal. Posso garantir o meu enorme entusiasmo diário com todo o conteúdo que produzo e aprendo. Adoro cada momento que dedico aos meus textos e vídeos. Adoro cada e-mail ou mensagem onde me dizem: comecei a ler por causa de ti. Obrigada.

 

Este ano tive direito à evolução, aos méritos e aos resultados que pretendia. Este ano foi um ou dois degraus no caminho que pretendo continuar a percorrer e quero chegar. Assumidamente quero trabalhar para os livros, pela literatura. Sendo necessário um desempenho de coração e alma. Dedicação e muito trabalho. 

 

No próximo ano pretendo focar-me no trabalho e no estudo de forma a garantir qualidade e crescimento pessoal e profissional. Na verdade, levo este trabalho muito a sério e não me lembro quando deixou de ser uma brincadeira por amor aos livros. Não é. Tenho a sorte de trabalhar neste projeto enquanto transmito o amor e respeito pelos livros e escritores.

 

Há uma enorme tendência em enaltecer a literatura portuguesa e trabalhar no sentido de divulgar mais. Tapar uma frecha a nível da publicidade e marketing em relação aos nossos. Recuperar os clássicos e leitores. Criar novas formas de viver a literatura. Vamos, caros leitores. Não vamos deixar os livros morrerem no ruído dos tempos modernos.

 

Estou extremamente confiante num futuro com mais leitores e novos escritores. Obrigada também às editoras que apostaram na ligação e partilha. Sem esquecer, obrigada à Sapo que me acolhe desde sempre com muito carinho e me inspira permanentemente.  

 

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LER OS NOSSOS | RESUMO QUINZENAL

por Cláudia Oliveira, em 16.11.17

 

 

Decorre no mês de novembro o nosso projeto Ler os Nossos. Um projeto que tem como objetivo divulgar os nossos autores portugueses. Neste mês, como aconteceu na edição passada, convido a todos a lerem autores portugueses e partilharem as vossas opiniões. Também teremos dois sorteios no final. Um mimo especial com três livros sorteado aleatoriamente e um voucher FNAC no valor de 15€ para o meu texto/vídeo preferido.

 

Estamos a meio do mês, está na hora de fazer um pequeno resumo do que andámos a ler. Contamos com dez opiniões e algumas fotos no Instagram com a hashtag #lerosnossos. Conto convosco para estendermos a lista, pode ser? 

 

Estante de Livros (POST) – Perguntem a Sarah Gross, João Pinto Coelho

Ser Mais do que Apenas (POST) – Terra do Pecado, José Saramago

Holly Reader (POST)– Teatro Vertical, Manuel Alberto Vieira

Aprendiz a Leitor (VÍDEOS) – Ruínas, Hugo Lourenço; Novelas Eróticas, M. Teixeira GomesLucidez do Amor, Tânia Ganho; Lunário, Al Berto

The Daily Miacis (POST) – Seres Mágicos em Portugal, Vanessa Fidalgo

A Livraria Imperfeita (POST+VÍDEO) – A Arte de Morrer Longe, Mário de Carvalho

Fernanda Godinho (IG)– Novos Contos do Gin, Mário Henrique Leiria

A Mulher que Ama Livros (POST+VÍDEO) – Talvez Para Sempre, José GameiroA Paixão segundo Constança H., Maria Teresa Horta

Especial Literatura Portuguesa (POST) – AQUI

Lista Ler os Nossos (VÍDEOS)- AQUI

 

Autores citados nos textos, vídeos e no Instagram

João Pinto Coelho, José Saramago (3), Hugo Gonçalves, M. Teixeira Gomes, Tânia Ganho, Al Berto, Vanessa Fidalgo, Mário de Carvalho, Mário Henrique Leiria, José Gameiro, Maria Teresa Horta (2), Isabel Cristina Pires, Alice Vieira, Miguel Esteves Cardoso, Sebastião da Gama, Manuel Alberto Vieira

 

Regresso no final do mês para a conclusão do projeto e os devidos sorteios. Sintam-se à vontade para deixar o link do vosso texto caso não esteja na lista. E não se esqueçam, #lerosnossos é maravilhoso. Tenho muito para partilhar convosco sobre as leituras que concluí e me surpreenderam.  Tem sido um mês absolutamente rico em leituras. 

 

 

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7 FACTOS SARAMANGUIANOS SOBRE MIM

por Cláudia Oliveira, em 16.11.17

 

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Na Azinhaga, Golegã, a 16 de Novembro de 1922 nasceu José Saramago. Um escritor português galardoado com o Nobel da Literatura em 1998.

 

Quando li pela primeira vez um livro seu fiquei absolutamente encantada e nunca mais quis parar de ler as suas obras. A cada livro tenho uma surpresa e cresce uma admiração absoluta pelos seus livros.

 

Hoje pretendo fazer uma pequena de homenagem ao meu escritor preferido.

 

Tenho cinco factos saramanguianos sobre mim para partir convosco: 

 

- O primeiro livro que li do Saramago foi Ensaio sobre a Cegueira

Fiquei abismada com esta história, como um soco no estômago. Vi o filme adaptado, mas não senti o mesmo impacto. Rendi-me.  Senti urgência em ler mais obras dele. Acho que é o livro ideal para conhecer a escrita do autor. 

 

- A minha história infantil preferida é A Maior Flor do Mundo

Já reli mais de cinquenta vezes e mais de vinte para os meus filhos. Acho a história encantadora, sobretudo unida à curta que existe com a voz do autor. 

 

 

 - Tenho dificuldades em decidir qual o meu livro preferido porque dividido-me entre As Intermitências da Morte e O Ano da Morte de Ricardo Reis

Já li vários, gosto de todos os livros que li. No entanto, nunca sei dizer qual é o meu preferido porque todos tiveram impacto em mim.

 

- Sou completamente apaixonada pela história de amor entre José e Pilar

Já vi mais de cinco vezes o documentário José e Pilar. Choro sempre. É absolutamente maravilhoso. 

 

 - Tenho uma parede no quarto dedicada ao Saramago. Tem uma frase que eu adoro emoldurada assim como um desenho do seu rosto. Numa moldura estão retalhos de algumas capas dos seus livros. 

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- Sonho ir a Lanzarote - A Casa José Saramago. Estou a fazer planos para realizar esse pequeno sonho. 

Talvez para o ano. Seria brutal!

 

- Mantenho um projeto em que consiste ler a obra do escritor inteira. Fiz um vídeo a relacionar todos os livros dele para os mais diversos interesses literários. Fiquei muito feliz com o resultado final. 

 

 

 

Espero que tenham gostado e ficado a conhecer um bocadinho mais desta minha paixão pela literatura portuguesa e especialmente pelo escritor português José Saramago. Digam-me, ja leram algum livro escrito por ele? Gostaram? O que sentem em relação aos seus livros?

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TAG CLUBE DOS CLÁSSICOS VIVOS

por Cláudia Oliveira, em 15.11.17

 

 

Eu e a Carolina criámos um TAG com dez perguntas dedicado ao Clube dos Clássicos Vivos. Convidamos os membros a responder e convidamos também a quem não é membro para entrar no nosso clube literário. E não te esqueças de nos dizer quais são os teus clássicos preferidos nos comentários. 

 

Clube no Goodreads

Canal da Carolina

 

Perguntas

1. Há quanto tempo estas no Clube dos Clássicos Vivos?
2. O que mais gostas no Clube e o que menos gostas?
3.Tens alguma sugestão para o clube? Qual?
4. De todos os clássicos lidos no Clube qual foi a leitura mais surpreendente e a aquela que mais te desiludiu?
5. Houve algum clássico que te fez mudar a percepção de clássico? Qual?
6. Que clássico recomendariam a alguém para começar a ler clássicos?
7.Qual foi a personagem mais interessante e a personagem mais irritante que conheceste nas leituras dos clube?
8. Indica dois Clássicos que gostavas de ver no Clube
9. Indica dois dos teus Clássicos preferidos de sempre.
10. Onde gostavas que houvesse um encontro?

 

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