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TBR JUNHO | POUCOS MAS BONS (ESPERO)

por Cláudia Oliveira, em 07.06.17

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"Escombros", de Elena Ferrante. A minha autora preferida continua a integrar as leituras mais um mês. Estou quase a ler tudo o que ela escreveu editado em Portugal. O que me provoca um sentimento de tristeza. As minhas expectativas em relação a este são muito grandes. Espero conhecer mais sobre o seu processo de escrita e a forma como a Ferrante pensa em relação ao mundo. Ando a ler devagarinho o livro do Gonçalo M. Tavares, "A Mulher Sem-Cabeça e o Homem do Mau Olhado". Coloquei no meio um thriller, novidade da TopSeller. É uma autora recomendada para quem gosta da Paula Hawkins. Espero que corra bem porque os thrillers têm deixado muito a desejar ultimamente. As duas novidades da Quetzal foram compras recentes. Quero ler as duas desesperadamente. Principalmente os contos da argentina Mariana Enriquez. Ela está em Portugal, mas infelizmente não consegui estar no evento. As criticas têm sido óptimas. E a capa? Brutal. Estou à espera do clássico para levar na viagem a Paris oferecido por uma pessoa querida dos livros. Será "Nossa Senhora de Paris", de Victor Hugo. Para o projecto #LGBT  vou ler o conto "Brokeback Mountain" (também pretendo ver o filme). 

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"O PRODÍGIO" | EMMA DONOGHUE

por Cláudia Oliveira, em 07.06.17

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Emma Donoghue apresenta agora um registo diferente no seu último romance. O "O Quarto de Jack" fez imenso sucesso e o filme ainda recebeu uma nomeação ao Oscar como melhor argumento adaptado. Aliás, o filme é brutal. Filme de qualidade e obrigatório. 

 

Desta vez vamos até à Irlanda do século XIX com uma nova protagonista chamada Anna. Ela tem onze anos, afirma que está sem comer desde o dia do seu último aniversario, há quatro meses.Os pais parecem muito calmos com toda a situação. Lib Wright é uma enfermeira inglesa contratada para cuidar dela numa tentativa de desmascarar a situação. Não existem dúvidas que Anna está no meio de uma grande mentira, mas ninguém sabe em que condições. Por outro lado temos o povo que acredita numa espécie de milagre, numa criança prodígio. Como é que a Anna consegue sobreviver nestas circunstâncias? Precisam de ler para descobrir.

 

O mais impressionante neste romance é o facto de ser inspirado em factos reais. O pano histórico também é cativante. Uma Irlanda fragilizada, entre 1845-1849, pela Grande Fome. Um período de fome, doenças e emigração em massa. Um país triste, melancólico. 

 

Há uma linha ténue que separa a ingenuidade da mentira. A fé distingue os indivíduos. A força da religião separa grandes povos. São necessárias crenças e mitos para segurar vidas perdidas. Onde está o limite? As pessoas precisam de acreditar em milagres. Precisam de acreditar em alguma coisa para continuarem. 

 

A história absorveu-me, encheu-me de dúvidas. Estava interessada no que se passava dentro daquela casa. Comecei logo a criar teorias e a ficar nervosa com o fanatismo religioso. Incomoda-me tudo o que seja extremista e sexista. Incomodou-me imenso a atitude dos pais perante a situação.

 

A história estende-se muito na discussão sobre a mentira e a verdade. A enfermeira repete as suas dúvidas exaustivamente. Os diálogos longos dão algum ritmo à história que é bastante lenta. Os capítulos longos não ajudam na dinâmica e no mistério. 

 

Há uma ligeira evolução da autora, gostei mais da narrativa deste apesar dos personagens serem menos cativantes. Estou desconfiada que este romance vai apanhar desprevenidos os fãs do primeiro grande sucesso. A autora mostra habilidade num registo diferente, superou as minhas expectativas e deixou-me a desejar por mais. Agora queremos o filme. 

 

Dia 8 nas livrarias. 

(livro cedido pela editora)

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OS CLÁSSICOS ESTÃO VIVOS NA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA

por Cláudia Oliveira, em 05.06.17

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Ontem fui à Feira do Livro de Lisboa pela segunda vez este ano para o segundo encontro do Clube dos Clássicos Vivos. Aconteceu de manhã no jardim do Parque Eduardo VII depois de nos termos reunido no grupo Porto Editora. Agradeço a todos que acordaram cedo num domingo para falar de livros. Mais precisamente, no livro escolhido para estes meses, "A Boneca de Luxo", de Truman Capote.     

 

A discussão correu de forma positiva, foram debatidos vários temas dentro desta novela que eu própria desconhecia. Acabou por trazer outros pontos de vista e acrescentar mais profundidade ao livro. Confesso que não tinha ficado muito impressionada com o livro, mas acabei por ter vontade de dar outra oportunidade. As opiniões dividiram-se em relação a alguns aspectos, mas foi unânime em relação à experiência de leitura.  

 

No final tivemos um sorteio patrocinado pela editora Guerra & Paz. Foram sorteados três títulos clássicos da colecção que a editora tem vindo a editar com preços muito acessíveis. As capas fizeram muito sucesso e apesar de alguns membros já terem lido, a maioria ficou entusiasmada com o sorteio e os vencedores felizes por receberem os seus livros. Obrigada à editora! Também foram oferecidos lápis com a gravação do nome do clube. Queria dar uma lembrança diferente dos habituais marcadores. Talvez consiga ter mais surpresas nos próximos encontros. 

 

Depois do encontro trocámos outras ideias, anunciámos que o próximo clássico será um calhamaço para contrabalançar com a novela de Capote. Ao longo deste mês teremos nova votação. Se quiserem ser membro do clube podem ir através do Goodreads (CLICA  AQUI). Podem participar na próxima votação e até sugerir títulos. Existem discussões todos os meses entre os membros e acaba por ser muito dinâmico. 

 

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Depois de almoço e muita conversa fomos dar um passeio. Infelizmente não consegui ir ao evento do Cury como estava previsto devido a uma má disposição (ainda estou para saber se foi uma intoxicação alimentar ou outra coisa qualquer) e só depois de recuperar é que fui espreitar o espaço. Ainda encontrei a querida e simpática escritora Maria Cecília do livro "História em Pedacinhos" que me deu um beijinho e abraço, e trocou algumas palavras cheias de boa disposição. Também fiz algumas compras e vi escritores em sessões de autógrafos. Fui ver de perto um escritor que admiro, o Agualusa. Não encontrei o Afonso Cruz, mas vi a Isabela Figueiredo, David Machado, Rui Zink (a passear), Alice Vieira,...

 

Adoro passear na feira e sentir-me perto dos escritores. Ver pessoas felizes a comprar livros. Revi várias bloggers, conheci várias pessoas (demorou mas foi!) e apesar do enorme calor sentia-me feliz. Cheuei a casa cansada, com o coração cheio, a transbordar. Aqui fica uma palavra de incentivo para a menina Sandra que está este ano a trabalhar, força!!! E um beijinho à Edite que tive muita pena de não ter conhecido. A quem foi ao encontro quero deixar a minha enorme gratidão! Os clássicos estão vivos! Não é fantástico? É com muita felicidade que vejo os clássicos serem lidos e discutidos com tanto entusiasmo. Não deixes de participar numa próxima oportunidade.   

 

Espero conseguir regressar antes de terminar para o último passeio. Ainda há tanto para ver e fazer na Feira do Livro de Lisboa. Não percam! Prometo que vão gostar. 

 

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 Quanto às compras. Vamos lá. Dois livros na RA por cinco euros (duas autoras portuguesas) e a Elena Ferrante por dez euros (livro do dia, no dia 1 de junho). Na Tinta da China estava este livro lindo do Charles Dickens por dez euros (livro do dia). Impossível ele ficar lá. É a edição mais linda de sempre. Por fim, uma novidade da Quetzal, Mariana Enriquez. Na Presença comprei o livro de fantasia do Nix por 3.95€. Estou muito satisfeita com as minhas compras. 

 

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Augusto Cury vai estar hoje, dia 4, pelas 15.30, na Feira do Livro em Lisboa, no grupo Porto Editora. Psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor. Um dos autores mais lidos no Brasil. Portanto, não fiques em casa, aproveita para ires até à Feira do Livro em Lisboa. Eu vou lá estar para aproveitar esta oportunidade única. 

 

Ao contrário do que estava à espera, o livro é narrado de uma forma absolutamente cativante. Prendeu-me do começo ao fim. A escrita é super acessível e não cria dificuldade em transmitir a sua mensagem. Ponto muito importante num livro deste género. Falar do ponto de vista cientifico na grande figura religiosa que é Jesus é um valente desafio. Presumem os meus caros leitores que será um livro somente para crentes ou ateus. Digo-vos, é para ambos.

 

Marco Polo é um ateu convicto, psicólogo e pesquisador. Durante uma palestra rejeita a ideia de discutir religião e a inteligência emocional de Jesus quando é confrontado com a seguinte questão: como é a mente de Jesus do ponto vista cientifico? O cientista sofre um abalo muito grande na sua vida (com outro caso familiar entre mãos) que intensifica a vontade procurar uma resposta em relação à inteligência emocional de Jesus. Mais tarde, vê-se perante um grupo de outros cientistas e dois ilustres teólogos num debate em mesa redonda promovido pela ONU. Augusto Cury transformou esse acontecimento num romance intitulado "O Homem Mais Inteligente da História" recentemente lançado pela Pergaminho.

 

Acompanhar os seus dramas e questionamentos torna Marco Polo mais próximo dos leitores. Senti necessidade de fazer as mesmas perguntas e repensar algumas ideias. Senti-me no meio do debate, pronta para encher os teólogos de perguntas. Quantas vezes, perante situações de injustiça somos levados a perguntar onde está Deus? Este livro trouxe-me outro ponto de vista. Ajudou-me a conhecer os fiéis acompanhantes de Jesus e as suas crenças. No entanto, não mudou a minha posição perante a  religião. Talvez tenha agora uma visão mais clara sobre as motivações dos outros em agarrarem-se à fé como salvação.  

 

"Muitas dessas pessoas que choram no Muro das Lamentações já choraram diante de oncologistas, ortopedistas, psiquiatras, enfim..."

 

 

Marco Polo cresce juntamente com a investigação. Acredito que junto dos outros aprendemos e desafiamos as nossas crenças. É também interessante o desenvolvimento da sua relação com o filho Lucas. Um jovem perdido no mundo das drogas. O retrato de um mundo actual cheio de informações desnecessárias para o crescimento pessoal e da inteligência emocional. Damos aos nossos filhos o essencial? Este livro debruça-se perante a realidade das relações entre pais e filhos. A ausência da confiança entre indivíduos e os seus receios pela rejeição. Aborda o tempo de qualidade como papel fulcral na educação. 

 

Para esta investigação são entregues textos do famoso Novo Testamento a Marco Polo. Para um cientista estudar a Bíblia tem de acreditar na sua existência. Questionei-me sobre isto durante toda a leitura. Espero ver respondida a minha dúvida no próximo volume da série de livros dedicada à gestão da mente.   

 

Este livro acabou por ser uma boa surpresa. Levantou questionamentos sobre a minha relação com os outros. Deu-me algumas nuances para contornar dificuldades sobre o autocontrole e a correria excessiva. A necessidade de estar mais presente de corpo e alma na vida de quem estimo. Como um conselho amigo como costumam ser os livros que nos tocam.

 

"Não precisamos de muito para ser felizes. De que adianta cuidar dos outros se nos esquecemos de nós mesmos?"

 

"Tens cuidado de ti? - Era uma pergunta simples e vital."

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(livro cedido pela editora)

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"RUN THE WORLD" | SUGESTÕES

por Cláudia Oliveira, em 02.06.17

- Terminar o filme com a actriz Audrey HepburnBreakfast at Tiffany's.

- Ler o livro de poesia "Escuro" da portuguesa Ana Luísa Amaral.

 

 

O projecto é para enaltecer o trabalho das mulheres por este mundo fora. Somos muitas. Precisamos de elogiar as mulheres e contribuir para a sua divulgação. Sem julgamentos, de mente aberta. A sociedade cresce e o mundo ficará melhor quando os preconceitos/julgamentos acabarem. 

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ENTREVISTA À AUTORA ANABELA MOTA RIBEIRO

por Cláudia Oliveira, em 01.06.17

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 Foto de: Clara Azevedo

 

A primeira vez nunca esquecemos. Iniciamos em junho um novo espaço no blog "A Mulher que Ama Livros" dedicado às entrevistas breves e concisas, de forma a dar conhecer um pouco mais do trabalho feito em Portugal pelos nossos. Sempre foi um foco, "ler os nossos". Partilhar os nossos.

 

É um privilégio começar com uma autora portuguesa, talentosa, criativa e dinâmica. Fez rádio, é jornalista, coordena e modera debates sobre livros. Assina juntamente com o escritor Agualusa o programa da Feira do Livro do Porto (já viram o programa fabuloso para este ano?). O seu mais recente livro "A Flor Amarela" foi editado pela Quetzal em Fevereiro deste ano. Anabela Mota Ribeiro estará na Feira do Livro no dia 4 e 17 de junho. Foi um privilégio enorme fazer esta entrevista e conhecer um pouco mais a autora. Entretanto descobri que fiz o caminho ao contrário, devia ter lido "Memórias Póstumas de Brás Cubas" primeiro e a sua Flor depois.

 

 

A Feira do Livro de Lisboa está a chegar. Anabela Mota Ribeiro estará presente no dia 4 de junho. O que significa para si a Feira do Livro? Como olha para este evento? 


Gosto da Feira do Livro, gosto de espaços de encontro e descoberta, gosto de iniciativas que podem tocar públicos diversos, democráticas, gosto da misturada. Gosto, evidentemente, da possibilidade de comprar bons livros com preço especial, para mim e para oferecer. Vou estar a assinar livros em dois fins de semana: no primeiro, "Paula Rego por Paula Rego" e no domingo seguinte "A Flor Amarela - ímpeto e melancolia em Machado de Assis." 

 

A Feira do Livro do Porto dá aos leitores a possibilidade de conhecerem grandes estrelas como Han Kang, Laurent Binet e Teju Cole. Sente que ainda existe interesse dos leitores conhecerem e ouvirem os escritores?


Penso que o público tem uma grande apetência pelas conversas, pela possibilidade de diálogo, quer ser interpelado, ver com ouvidos, ouvir com o corpo todo. Ou seja, procura qualquer coisa que é única, diz respeito a um momento, a uma intensidade, qualquer coisa que implica aquele que assiste e o envolve com o corpo todo. De certa maneira, o virtual, a instantaneidade, o fragmento, nada disto rouba espaço às feiras do livro ou festivais literários. Eles complementam-se e potenciam-se.   

 

Existem livros que nos escolhem e outros que escolhemos. "Memórias de Brás Cubas" encaixa em alguma das situações? 


Li pela primeira vez MPBC na faculdade, numa disciplina de opção que fiz com o Prof. Abel Barros Baptista. Já tinha lido Machado, mas ele deu-mo a ler de outra maneira. O livro é uma constante escolha e um feitiço: somos agarrados por ele, lemos e lemos e nunca o achamos. Um clássico é também isso.

 

Ao ler "A Flor Amarela" fiquei deslumbrada e interessada no clássico. É sua intenção cativar novos leitores para Machado de Assis ao transformar o que começou por ser um trabalho académico de Filosofia neste livro?


Se houver pessoas a descobrir Machado de Assis a partir do meu livro, ou pelo que eu possa dizer sobre o autor, fico contentíssima. Lê-lo é um prazer imenso. Aliás, o que faz sentido é ler o livro do Machado e depois ler a minha Flor. Devo dizer que este trabalho académico mereceu mínimas alterações. A minha dissertação era heterodoxa... Procurei ler de um ponto de vista filosófico o livro. O meu lugar de partida era a Filosofia. Por isso também tive dois orientadores: um de Filosofia e outro de Literatura Brasileira, João Constâncio e Abel Barros Baptista, respectivamente.  

 

No seu blog disponibiliza várias entrevistas muito organizadas. O blog é reflexo da sua personalidade ou apenas uma ferramenta de trabalho? 


Talvez eu seja demasiado organizada (do estilo de pôr os cabides todos virados para o mesmo lado). O que me espanta é a possibilidade de viver na desordem e na sujeira (que são coisas diferentes, mas que aparecem juntas nesta minha mania). Por isso, sim, talvez esta organização que encontra no blog seja um reflexo da minha personalidade. O blog foi desenhado pelo Pedro Neves do Sapo a partir de conversas que tivemos e daquilo que lhe pedi. Ao mesmo tempo, o blog é apenas uma ferramenta de trabalho, uma expressão do que venho fazendo desde há uns anos. Gosto de pensar nele como uma casa onde está o essencial do meu trabalho; e eu, que não guardo nada, guardo tudo, afinal, ali.  

 

Já fez rádio, programas de televisão, coordena e modera debates de livros, é escritora e jornalista. O que lhe falta fazer? 


Falta sempre fazer tudo, não é? E falta tempo de digestão. As coisas precisam de tempo para ser pensadas, integradas, criadas. Faço essas coisas todas, às vezes todas ao mesmo tempo, mas acredito cada vez mais na importância do vazio, de não fazer nada, de não entender, de isso ser um motor para voltar a fazer tudo outra vez. 

 

"Se houver pessoas a descobrir Machado de Assis a partir do meu livro, ou pelo que eu possa dizer sobre o autor, fico contentíssima. Lê-lo é um prazer imenso."

 

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