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De 5 em 5 + Leituras em Andamento (17)

por Cláudia Oliveira, em 17.08.16

 

 

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Um Dó Li Tá | M.J. Arlidge

por Cláudia Oliveira, em 16.08.16

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No Goodreads

Minha pontuação 3.5*

 

Li sem expectativas e correu melhor do que estava à espera, até chegar ao final e descobrir o assassino. 

 

Livro viciante, fui obrigada a parar, caso contrário teria lido este livro num dia. Queimei vários neurónios com teorias sobre o assassino. Com capítulos curtos a história torna-se dinâmica e muito fluida. Alguns capítulos tinham uma página. Quando começamos a chegar ao final é impossível parar. 

 

Vamos primeiro àquilo que mais gostei. Os personagens Helen e a Emília são mulheres com história, carismáticas. Eu adoro. O passado de ambas é interessante. Fiquei com vontade de as conhecer melhor. Houve ali pelo meio uma decisão da Helen que me fez torcer o nariz, mas os personagens não fazem tudo aquilo que mais gostamos, não é verdade? Também gostei da forma como os assassinatos são cometidos e as razões que o assassino tem para justificar a sua crueldade. 

 

O que menos gostei. Da técnica que o autor usa para escrever o enredo. Não posso ser mais clara, caso contrário seria um spoiler gigante. Também achei desnecessário a tentativa de romance existente neste livro. Não era preciso. Entendo os motivos que o autor tinha para incluir, mas podia ter sido de outra forma. 

 

Leio poucos policiais. No entanto, tenho o meu top 3. Um top bastante reduzido porque realmente li poucos durante a minha vida de leitora. O meu top 3 é superior, mas os gostos não se discutem, não é verdade? Pretendo ler os próximos livros do autor, mas não é uma urgência. Noto que ando numa onda de livros deste genero e tenho aqui mais três novos autores para conhecer. 

 

Recomendo este livro. Nem acredito que é o primeiro livro deste autor. 

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Um pouco de cinema com...Grandma

por Cláudia Oliveira, em 15.08.16

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Uma avó muito especial e carismática ajuda a neta num momento importante.

 

Este filme é catalogado como comédia, mas eu acho que é um drama. Um drama familiar, com questões interessantes. São pouco aprofundadas, mas gostei da abordagem. O aborto, o papel da mulher e a relação mãe-filha estão presentes nesta história. A mensagem do filme é boa. Ninguém é perfeito, todos erramos. Gostei do filme devido aos temas, sobretudo devido à excelente interpretação da actriz Lily Tomlin. 

7*

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Um pouco de cinema com... The Duff

por Cláudia Oliveira, em 12.08.16

 

Só vi este filme porque a mana falou nele no blog. E sinceramente quero estar a par do que se passa com a malta jovem. Um filme para adolescentes conta a historia, obviamente, de adolescentes e dos seus dramas. Uma miuda percebe apos uma conversa com o seu amigo-vizinho que é a mais feia do seu grupo de amigas. Denominada por duff. Ser duff é a tal amiga que ninguém repara, nada popular. Então, ela decide que quer parar de ser duff. Eu não gosto de ver filmes com meninas fúteis, que vivam para agradar os homens. O filme acaba por caminhar para esse lado, mas no final consegue recuperar o estrago com uma lição de moral muito comum nos dias de hoje: temos de ser aquilo que queremos ser e não o que os outros querem. Gostei, mas nada de especial. Se és adoelscente, vê. De 1 a 10, dei 5. 

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No Goodreads

Minha pontuação 4*

 

Delphine é escritora, teve imenso sucesso com o seu último romance. Num dia de autógrafos conhece a L., ela é chamada assim durante todo o romance. L. desperta um enorme fascínio na Delphine, um encantamento que nasce inesperadamente e que a vai consumir aos longos de vários dias. L. acaba um bocadinho por roubar o protagonismo da nossa protagonista nesta história, os capítulos vão girar à sua volta. Também temos exposta a fragilidade da Delphine como escritora e mulher. Existe um mistério ao longo de todo o livro, alguém escreve cartas anónimas à escritora, mas um total desinteresse da Delphine em descobrir o autor. E mais não conto. 

 

A maior parte dos capítulos são dedicados à misteriosa L. e à relação das duas. A história é contada a partir de capítulos curtos que dão uma fluidez e uma enorme dinâmica. Fui levada de mão dada como se fosse dar um passeio. Depois são desenvolvidos vários assuntos dentro do mundo dos escritores. Um mundo que desperta o meu fascínio e me atraiu dentro da história. Quem gosta de ler sobre livros é natural que ache este tema interessante. A relação leitor-escritor também é descrito com mestria. O que o publico quer ler? O que os leitores procuram na literatura? Que consequências tem um livro na vida de uma pessoa? O que é verdade ou ficção? 

 

É aquele género de narrativa que se entranha aos poucos. E depois fica. Ainda está comigo. Achei muito interessante a escolha feita da autora em relação ao nome dos personagens. Ela cria algumas dúvidas.

 

Há uma certa identificação da minha parte com as duas personagens. Sobretudo quando falam sobre a amizade, relações familiares e até em alguns traços de personalidade. 

 

"Gosto dessa facilidade de partilha que sentimos com algumas pessoas. da forma como chegamos ao cerne da questão. Gosto de falar das coisas essenciais, emocionais, mesmo com esses amigos que vejo apenas uma ou duas vezes por ano."

 

"Chega um momento em que é necessário fazer silêncio à nossa volta, regressar ao trabalho, reencontrar a nossa trajectória."

 

"Hoje, sei que não se trata apenas de uma questão de disponibilidade, mas sim de género, que género de mulher escolhemos ser, se é que temos escolha."

 

Um bocadinho de mim. 


A história fica cada vez mais interessante conforme vai sendo desenvolvida. Dei por mim ansiosa para chegar ao final. O final foi bom, mas faltou o factor surpresa. Não posso explicar os motivos, digamos que a verdade vai estar clara ao longo de quase toda a história. Só a Delphine é que não consegue ver. E isso incomodou-me. Existem pessoas ingénuas, mas esta mulher é cumulo. 

 

Achei formidável a referência ao Facebook. Raramente acontece nos livros contemporâneos mas o Facebook (ou qualquer outra rede social) faz parte dos nossos dias, da nossa vida.

 

Estive indecisa em relação à nota. Acabei por optar por dar quatro estrelas por causa do final. Senti necessidade de mais explicações. O livro vai virar filme, é um óptimo enredo. Se for bem feito, temos aqui um excelente filme. Também existe pequenas falhas na impressão. Encontrei palavras incompletas. Poucas, mas existentes. 

 

Recomendo muito. Adoro quando encontro uma escritora desta qualidade editada em Portugal.

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Veja Mais Mulheres | Money Monster | Jodie Foster

por Cláudia Oliveira, em 11.08.16

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Jodie Foster é a realizadora este filme. Um filme que cumpre o seu objectivo sem superar as expectativas. George Clooney e a Julia Roberts carregam este filme às costas até ao fim. Por acaso acho que o George Clooney não esteve extraordinário no filme. Como se não acreditasse no enredo, não sei. O filme foca num tema actual e necessário, para onde vai o dinheiro quando os investimentos correm mal? Podia passar-se em Portugal. Um maluco qualquer ir tirar satisfações com uma arma e uma bomba. Gostei do filme, mas não adorei. Não é memorável. 5*

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Q & A | As coisas boas do booktuber (2ª parte)

por Cláudia Oliveira, em 10.08.16

 

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Um pouco de cinema com... Deadpool

por Cláudia Oliveira, em 10.08.16

 

Não sei o que aconteceu, mas não achei assim tanta graça a este filme. Se calhar estava à espera de outra coisa. Ou então a culpa foi o filme de comédia espectacular que tinha visto anteriormente (The Nice Guys). Só sei que gostei do filme, mas que será um filme pouco memorável na minha lista de filmes vistos este ano. Acho que começa muito bem, mas depois perde-se. Fica confuso, as piadas deixam de funcionar. 6*

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Um pouco de cinema com...The Nice Guys

por Cláudia Oliveira, em 09.08.16

 

Bons Rapazes é um filme de 2016. Passa-se na década de 70 em Los Angeles. 

 

Adorei as interpretações. A dupla Russell Crowe e Ryan Gosling funciona, existe empatia entre eles. O Ryan acabou por entrar para o meu top 3 de actores preferidos. A pequena Angourie Rice também desempenha muito bem o seu papel. Traz a doçura para o meio das cenas violentas. É muito querida e simpática.

Não costumo gostar de comédias mas esta fez-me rir, prendeu-me até ao final. Talvez o filme seja um pouco longo demais, sinceramente não me importei nada. Longe das cenas clichés, fui surpreendida várias vezes ao longo do filme. No entanto, o final é esperado e fez-me desejar uma sequela. 

 

Adorei. 8*

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Apenas Miúdos | Patti Smith

por Cláudia Oliveira, em 08.08.16

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No Goodreads  

Minha pontuação 3*

 

A Patti Smith prometeu escrever a história dela e do fotografo Robert Mapplethorpe e cumpriu. Eles conheceram-se na década de 60 e nunca mais se largaram. Este livro é um livro de memórias de uma época onde a arte borbulhava por todos os lados com Nova Iorque como pano de fundo. Rock in Roll, poesia, fotografia, arte pelas palavras profundas da Patti Smith. 

 

Sou fascinada por filmes e livros onde a música está presente. Achei bastante interessante algumas partes sobre a amizade da Patti e do Robert. No entanto, este livro não foi nada do que estava à espera. Estava com algumas expectativas e não foram correspondidas. Pelos vistos só aconteceu comigo porque o livro tem criticas excelentes.  

 

Entre eles, havia um enorme respeito e ajuda mutua. Era notória a cumplicidade. Funcionavam muito bem como equipa.

 

"Se o Robert tomasse uma droga, eu tinha de estar presente e consciente. Se eu fosse abaixo, ele tinha de estar em cima. Se um estivesse doente, o outro tinha de estar sadio."

 

E as dificuldades que eles passaram? Imensas, de cortar o coração. O que eles fizeram pela arte foi amor. Isso foi incrível. Gostei imenso das referências literárias que a Patti faz ao longo de todo o livro. Servidão Humana é mencionado assim como vários outros títulos. A escrita é bastante poética e doce. Apesar da minha experiência de leitura não ter sido fantástica vou ler o seu outro romance. Ouvi dizer que tem mais indicações dos livros que ela gosta. 

 

Patti teve uma vida cheia de vida e pessoas fabulosas dedicadas à arte.  Este livro é um retrato fiel de uma amizade verdadeira e amor à arte. 

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