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Março | Resumo

por Cláudia Oliveira, em 30.03.16

Li 9 livros

1 livros de não-ficção

4 livros físicos

5 ebooks

 

6 autores lidos pela primeira vez

 

Li 4 mulheres e 5 homens

1 autor checo

2 autores americanos

2 autores brasileiros

1 autor italiano

1 autor boliviano

1 autor chileno

1 autor uruguaio

 

No total 1681 páginas

 

O Despertar, Kate Chopin 5*

Norte, Edmundo Paz Soldán  3*

O Diário da Queda, Michel Laub 4*

Opisanie Swiata, Veronica Stigger 2*

Butcher´s Crossing, John Williams 4*

Um, Dois e Já, Inês Bortagaray 4*

A Contadora de Filmes, Hernán Riyera Letelier 2.5*

A Amiga Genial, Elena Ferrante 5*

Carta ao Pai, Franz Kafka 4*

 

 

Os preferidos deste mês foram: O Despertar e a A Amiga Genial.

 

A minha estante recebeu 14 livros novos este mês. Dos 14, estou a ler 2.

Este comprei 32 livros. Li 45 livros. Sem competição, sou uma leitora voraz. Cada um com o seu ritmo, sem julgamentos. Não me incomoda nada as pessoas que lêem mais ou menos do que eu. 

 

Li 1 livro da biblioteca.

 

Janeiro | Resumo

Fevereiro | Resumo

 

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A Contadora de Filmes | Hernan Rivera Letelier

por Cláudia Oliveira, em 29.03.16

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No Goodreads

Minha pontuação 2.5*

 

Uma história simples e encantadora. Ler este livro é como estar sentada num lugar confortável rodeada de cheiro bom de pipocas. Li no Kobo, mas existe uma edição portuguesa lançada pela Editorial Presença em 2011.

 

Maria Margarita vai ao cinema com um bilhete comprado pela população da aldeia chilena onde vive, em troca conta a história do filme quando regressa a casa. Ela tem um enorme talento para a representação e canto. Uma pequena estrela. As condições financeiras são precárias, nem todos têm a oportunidade de ir ao cinema. Esta foi a forma que encontraram para "assistir" aos filmes. 

 

O que mais gostei desta história foi o amor desta menina pelo pai. Um homem infeliz, abandonado pela mulher, desempregado mas apaixonado pelas histórias dos filmes. No fundo, um eterno sonhador. 

 

A condição da população emocionou-me, a história tem tudo para ser uma boa história. Porém, foi pouco desenvolvida. O autor podia ter transformado este "rascunho" num livro completo. Era uma rascunho, não era?

 

É uma história triste, narrada pelo o olhar de uma menina feliz na sua ignorância. Recomendo a leitores de contos.

 

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 Ouvi falar neste documentário através da Tatianne Dantas. Tem sido uma excelente e agradável troca de sugestões cinematográfica para o projecto Veja Mais Mulheres. Obrigada! O documentário My Beautiful Broken Brain (7.2 IMDb) está disponível na Netflix para quem estiver interessado. 

 

Lotge Sodderland sofre um derrame hemorrágico com 34 anos e sobrevive. No entanto, a visão e a audição sofrem danos. Assim como  o seu conhecimento em relação as palavras. Ela tem de volta a aprender a ler e a escrever.

 

Este documentário coloca vários questionamentos interessantes e profundos. É aquele documentário que mexe com as emoções. Perturba. E nos deixa eternamente agradecidos por nunca termos passado por uma situação do género. 

 

O documentário é dirigido pela própria Lotge  Sodderland e pela Sophie Robinson.

 

Aqui fica uma sugestão sobre um site dedicado à mulher no cinema. Mulher no Cinema (clica para veres!). Não faltam sugestões interessantes.

 

Cinema em Casa

Directora: Sophie Robinson e Lotge Sodderland

Ano: 2014

Duração: 1 hora e 26 minutos

Género: Documentário 

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Butcher´s Crossing | John Williams

por Cláudia Oliveira, em 21.03.16

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No Goodreads

Minha pontuação 4*

 

John Williams, um dos escritores mais falados no ano passado com o seu livro incrível intitulado Stoner.  O caso típico de sucesso literário após a sua morte.

 

Este romance é completamente diferente do seu primeiro grande sucesso. Reconhecemos neste livro a escrita crua, a excelente construção dos personagens e ambiente da história. Neste aspecto, o livro conquistou-me, o talento do autor é apaixonante. 

 

William Andrews tem vinte e poucos anos, viaja até Butcher´s Crossing com o objectivo de conhecer mais aquela aldeia através de uma expedição. Assim que chega ao hotel pergunta pelo conhecido JD McDonalds, um homem que domina as terras através da caça de animais e a venda das peles. É ele que vai indicar outro homem, Miller, ao William para este atingir o seu propósito numa viagem que irá mudar para sempre a sua vida. 

 

Achei interessante a discussão que o autor levanta acerca das diferenças entre a educação dos personagens. O William estudou vários anos num colégio ao contrário dos homens que irá encontrar em Butcher´s Crossing. A experiência de vida versus a teoria. A diferença entre o comportamento dos homens é notória.  

 

O livro foca-se também na caça dos animais, mais precisamente no comércio das peles. Um assunto que me incomoda, confesso. A luta desigual entre os homens e os animais. A natureza deixa de ser apenas o pano de fundo deste romance para passar a ser quase que um personagem. Existem várias passagens profundas e belas onde o tamanho do homem é diminuído através da força da natureza. 

 

O que não gostei neste livro. O romance forçado e desnecessário. O livro caminhava tão bem até que o protagonista se apaixona pela única mulher existente neste livro. Uma prostituta chamada Francine. O autor ainda tentou dar força a essa personagem de forma a equilibrar a história, mas nunca me convenceu. E o final em relação ao romance, deixou muito a desejar. 

 

Recomendo aos leitores de Stoner, mas fica o aviso que não vão sair deslumbrados desta experiência como sairam da primeira vez. 

 

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A próxima leitura do Clube dos Clássicos Vivos é O Monte dos Vendavais, de Emily Brontë. Iniciamos a leitura dia 1 de Abril, para discutir a partir do dia 1 de Maio. Fica o convite, quem quiser juntar-se é só deixar comentário aqui ou no grupo do Goodreads. 

 

Fiquei muito feliz com o livro escolhido. Será uma releitura. Adoro este livro, sobretudo o anti-herói Heathcliff, que tantas opiniões divide. 

 

Vamos?

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Um, dois e já | Inés Bortagaray

por Cláudia Oliveira, em 18.03.16

IMG_8937.PNG

 

No Goodreads

Minha pontuação 4*

 

É um livro que pode perfeitamente integrar as listas de livros para ler num dia. O livro não está editado em Portugal, li no Kobo na edição da Cosac.

 

Gostei deste livro porque é um livro singelo, bonito e doce. Imaginei os meus filhos no lugar dos personagens desta história. Quatro irmãos, juntamente com os pais, numa viagem até à praia. Simples. A história é contada do ponto de vista da filha do meio. A autora uruguaia consegue fazer isso muito bem através da sua escrita. 

 

É maravilhoso ver a adoração que esta menina tem pelo pai. A forma engraçada como conta piadas e quer ser piadista profissional. A relação genuína entre os irmãos. A vida através dos olhos de uma criança é bela e criativa. A disputa pelo lugar à janela é tão familiar. As brigas, as sestas, a contagem dos postes eléctricos. Quem nunca?

 

Li este livro durante uma viagem até ao hospital. Tive a sensação de estar a viajar no meio da criançada, num carro apertado, cheia de calor. Foi uma experiência maravilhosa. 

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"O que se passa na cabeça de cada pessoa é um mistério.", responde o rabino quando o questionam "você também acredita que os suicidas não merecem ser enterrados no cemitério?".

 

Nora, a ex-mulher do José, suicida-se, mas antes, deixa tudo programado para o seu velório. Desde comida congelada com várias etiquetas, ao gato entregue aos cuidados do vizinho. José recebe a visita do Rabino Jacowitz que o avisa que caso ela não seja enterrada naquela altura, terá de esperar mais quatro dias por causa da celebração da Páscoa Judaica. Vários problemas vão surgir para o velório acontecer. 

 

Gostei do filme pela abordagem subtil em relação à morte, religião e família. Tem até momentos com algum humor. As minhas cenas preferidas são protagonizadas pelas netas da Nora. Achei interessante ver como as crianças lidam com a morte de forma tão ingénua e leve ao contrário do peso que os adultos colocam nos momentos tristes da vida. 

 

Vi este Cinco Dias Sem Nora (7.2 IMDb) da directora Mariana Chenillo por recomendação da Michelle do blog Resumo da Ópera. Podem ver o seu texto sobre o filme AQUI.

 

Cinema em Casa

Directora: Mariana Chenillo

Ano: 2008

Duração: 1 hora e 32 minutos

Género: Drama, Comédia

País: México

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De 5 em 5 + Leituras em Andamento (8)

por Cláudia Oliveira, em 16.03.16

 

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Opisanie Swiata | Veronica Stigger

por Cláudia Oliveira, em 15.03.16

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No Goodreads

Minha pontuação 2*

 

Este título é polonês, mas a autora é brasileira. Veronica Stigger é escritora, jornalista, critica de arte e professora. Opisanie Swiata é o seu romance de estreia. Mais uma leitura que eu fiz no Kobo, mais um livro que nunca foi editado em Portugal. 

 

Opalka vive tranquilo na Polónia, até ao dia que recebe uma carta directamente do Brasil do filho doente. O filho quer vê-lo. Opalka resolve aceder ao pedido e viajar até ao Brasil de barco. Durante essa viagem muitas coisas acontecem. O livro é um relato de uma viagem cheia de aventura. 

 

Comecei a ler sem expectativa e apesar de não ser uma desilusão também não foi uma grande surpresa. Não adorei. Conforme a autora foi desenvolvendo a história, o meu interesse foi diminuindo. Nada me convenceu. Nem senti nenhuma ligação com os personagens. 

 

É uma novela curtinha, a escrita é fluida, tem um personagem interessante (mas nada de extraordinário) e o final deixa a desejar. Daqui a uns meses este livro terá sido apagado da minha memória.  

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Clube dos Clássicos Vivos | Votação do livro

por Cláudia Oliveira, em 14.03.16

Já podem votar no clássico do próximo mês no sítio do costume até ao dia 20 do corrente mês. Não faltam sugestões para todos os gostos. 

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