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Chegou por correio esta manhã e a capa já me conquistou. Vai ser a minha próxima leitura. Nem vale a pena pensar mais.

A autora é parteira, começou a escrever em 2005 quando o seu filho ficou doente com leucemia! Este é o seu segundo romance, venceu o Prémio Maison de La Presse em 2013. O livro tem boas pontuações no Goodreads. Nas livrarias no dia 15 de Julho! 

Conta a história de uma mãe solteira de um menino de três anos. Julie trabalha num supermercado, sonha como qualquer mãe, dar uma boa vida ao seu filho Lulu. Um dia conhece Paul, um cliente sexagenário. Ele comovido com a história de Julie, convida-os para se juntarem a ele e aos seu filho Jérôme, na sua casa de praia na Bretanha. Maternidade, praia, amor e amizade, elementos perfeitos num romance. 

Entusiasmada!

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Dlog #112 | Tanto para contar...

por Cláudia Oliveira, em 29.06.15

Andei bastante ocupada este fim de semana. Só consegui terminar a leitura de África Minha, de Karen Blixen, ontem à noite. Gostei bastante do livro, sobretudo das primeiras cento e cinquenta páginas. Depois, não sei o que se passou, mas perdi o entusiasmo. Acabei por dar três estrelas, recomendo o livro. A escritora escreve muito bem, é uma maravilhosa contadora de histórias. O livro é uma bela homenagem ao local onde Karen viveu por vários anos, assim como às pessoas que conheceu. Fiquei encantada com algumas histórias. 

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Agora tenho um novo cantinho de leitura lá em casa. É no quintal. Ficou pronto no sábado, deu para ler e relaxar no domingo. Enquanto o miúdo estava na piscina, eu bebia uma limonada enquanto lia um pouco. É tão bom. É tão bom sentir aquela brisa fresca ao final do dia. Conversar pela noite fora, com uma vela a iluminar os rostos. Estou satisfeita. No entanto, ainda preciso de mais duas cadeiras e mais almofadas. 

No sábado foi o aniversário do marido, 33 anos, tivemos bolo e muitas lágrimas. Os motivos ficam para vos contar mais tarde. Bolo de limão com recheio de doce de leite. Combinação perfeita!

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Adoro começar as segundas feiras a escolher a próxima leitura. Decido à hora de almoço. Três Tristes Tigres, de Guillermo Cabrera Infante ou O Miniaturista, de Jessie Burton. 

O MiniaturistaTrês Tristes Tigres

 

 

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Desafio IV | Maratona Gelo e Fogo

por Cláudia Oliveira, em 29.06.15

Vamos começar a segunda-feira com um novo desafio para a Maratona Gelo e Fogo. 

 

O desafio desta semana é um bocadinho diferente. Está centrado na comida. Para mim, comida e literatura andam abraçados. Digam-me, costumam comer alguma coisa enquanto lêem? Qual a comida e a bebida perfeita para acompanhar a leitura desta maravilhosa série? 

 

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Maratona Gelo e Fogo | calendário de Julho

por Cláudia Oliveira, em 29.06.15

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São necessárias trinta e cinco páginas por dia para conseguirmos terminar de ler os volumes cinco e seis. Começo brevemente! Vamos lá, já não falta tudo! 

 

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Fnac Amiga

por Cláudia Oliveira, em 23.06.15

 

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Dlog #111 | Não há Guerra dos Tronos para ninguém

por Cláudia Oliveira, em 22.06.15

Hoje não há série Guerra dos Tronos para ninguém. É estranho. 

Terminei de ler o quarto volume das Crónicas Gelo e Fogo, O Despertar da Magia. Gostei imenso. A Maratona Gelo e Fogo está a correr muito bem. Comecei a ler África Minha da Karen Blixen. Na primeira página percebe-se o que o livro vai oferecer. Acreditam que quase senti o cheiro de África? Juro! Avancei na leitura de Dias Perfeitos de Raphael Montes, cada vez mais intrigante.

Conforme o texto anterior tenho mas quatro livros novos na estante. Dois, muito desejados. 

Vi mais um episódio da série Gilmore Girls. Nenhum filme. Mas espero ver brevemente o Divertida-mente, Enquanto Somos Jovens e A Idade de Adaline. 

Estou a pensar fazer uma Maratona Literária de Verão em Julho. A Maratona consiste em escolher alguns livros antecipadamente (com ou sem ligação entre eles) e aproveitar o tempo livre para ler durante esse período de tempo. Uma semana ou fim de semana, por exemplo. Sem desafios. Estava a pensar de 1 de Julho a 5 de Julho (quarta a domingo). Fiz isto o ano passado e correu muito bem. Li todos os livros propostos. Cinco.  Alguém alinha? A ideia é começar o quinto livro da #maratonageloefogo no dia 6 de Julho. 

Fiz muita piscina este fim de semana. Aproveitei para ler bastante. Sobretudo, no sábado. No domingo fiz vários doces, baba de camelo e um bolo de cenoura e banana. Ficaram uma delicia. ger

 

 

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As segundas feiras podem ser boas

por Cláudia Oliveira, em 22.06.15

Um colega está a trabalhar a última semana nesta empresa. Vai reformar-se. Respeito-o imenso devido à idade e sabedoria. Tem uma imagem imponente, cabelos brancos e um ar carrancudo. Estou nesta empresa há seis anos, mais ou menos, se  conversámos duas vezes foi muito. Isto porque a empresa tem dois setores separados por alguma distância e encontramos-nos apenas alguns segundos todos os dias. Segundos que servem para ele entregar-me alguns serviços que fazem parte do meu trabalho. Ao longo dos anos sempre achei que ele não gostava de mim. E por ser a única pessoa distante de mim, sinto pena pelo julgamento sem conhecimento de causa. Apesar de entender perfeitamente que nesta vida haverá sempre alguém que não irá com a minha cara. E aceito sem problemas. Já lá vou, deixem-me situar-vos do pano de fundo.

O meu marido também trabalha nesta empresa. A função dele está ligado diretamente ao setor do meu colega reformado. O ano passado tivemos um filho, durante cinco meses estive de licença de maternidade. Um dia, durante esse período, o marido foi almoçar a casa e levou-me seis livros. Livros novos. "O senhor Carlos (nome fictício) ofereceu-te estes livros". Ofereceu? Como assim? "Ele sabe que adoras ler e quis oferecer-te alguns livros que gostou de ler". Através do meu marido tomou conhecimento da minha paixão pela leitura. Eu agradeci muito! Fiquei a admirá-lo mais. Os leitores deste mundo têm uma linha imaginária que os une. Sobretudo se os autores preferidos forem os mesmos. Nesse caso, a linha tem a cor verde, não é tão transparente. Isto sou eu a inventar. 

Quando regressei ao emprego nunca consegui falar sobre o assunto com o meu colega. Agradeci por alto, mas nunca toquei no assunto de forma a iniciar uma conversa. Sempre que o encontrava a almoçar no café tinha um livro aberto na mesa. "Bom almoço" e sentava-me com o meu livro. Não consigo explicar esta timidez aguda que só surge com algumas pessoas.

Um dos livros que o meu colega me ofereceu foi O Museu da Inocência, de Orhan Pamuk. Um livro que entrou para os meus livros preferidos da vida. Nunca lhe disse. Apesar de termos em comum o gosto pela leitura nunca fui capaz de trocar impressões com ele. Acho que o facto de pensar que ele não gosta de mim nunca ajudou a quebrar o gelo. O marido chegou a insistir várias vezes. É pouco dado a confianças, sério!

Na sexta feira vamos ter o jantar de despedida. Tenho conversado com o meu marido sobre o facto de querer oferecer alguma coisa ao meu colega como símbolo de gratidão. Tenho matado a cabeça de tanto pensar no assunto. 

Hoje quando entrou no escritório vinha animado. Trazia consigo a colega nova. Demorou breves minutos. Enquanto apresentou a equipa voltei a lembrar-me de como me ignora educadamente. Indicou outra colega para a entrega dos serviços que devem ser entregues à minha pessoa. Deixei de ligar a isso há muito tempo, mas é sempre chato. A colega também nem abriu a boca para dizer nada, quem sou eu. Os serviços chegam sempre ao destino, é o que interessa. 

Ele abandonou a sala com o "até logo" do costume. Em menos de um minuto regressou à sala com quatro livros na mão. "Cláudia, estes são para os próximos quinze dias". Com um sorriso gigante. Eu agradeci, agradeci imenso, com o coração aos pulos, vermelha que nem um tomate. Os meus colegas assistiram à cena, mas ninguém disse nada. A vida é engraçada. Estou para aqui a pensar em como um gesto vale mais do que dezenas deles. Sinto-me patética.

Não foram precisas mais de duas frases. Nunca o irei esquecer. 

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Momentos só nossos

por Cláudia Oliveira, em 19.06.15

Na cadeira de baloiço, vimos a curta metragem A Maior Flor do Mundo adaptada ao livro infantil escrito por José Saramago. Falei-lhe um bocadinho sobre a influência que ele teve na minha vida, dos seus livros. Com quinze meses, não entendeu nada mas escutou-me com atenção. 

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Ter um bocadinho de Saramago na minha vida

por Cláudia Oliveira, em 18.06.15

 

Ver o filme Enemy, baseado no livro O Homem Duplicado

Ler a revista Blimunda.

Reunir os meus livros do autor e tirar uma fotografia.

Reler O Conto da Ilha Desconhecida.

Assistir à curta A Maior Flor do Mundo com o meu filho.

 

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Blimunda

por Cláudia Oliveira, em 18.06.15

Blimunda é a revista mensal que a Fundação José Saramago publica todos os meses. Pode ser descarregada AQUI. A última edição, número 37, inclui notas preparatórias que Saramago escreveu para o livro Ensaio Sobre a Lucidez

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