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Estilo e Literatura | Orhan Pamuk

por Cláudia Oliveira, em 04.03.15

 

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 De vez em quando, vão surgir fotos deste género por aqui. Costumo dizer nos meus vídeos que gosto imenso de roupa e sapatos. Quase como gosto de livros. Tenho poupado imenso em roupa este ano, mas de vez em quando compro umas coisas e conjugo com peças mais antigas. Sou bastante ecléctica nas minhas escolhas. Não tenho um único estilo. Se pudesse definir seria "tudoaomolheeféemdeus". Sou apaixonada por saltos altos, mas também amo sabrinas. 50/50. Quando estou em dias menos felizes, uso saltos altos e sinto-me um bocadinho melhor. É importante transformar energias negativas em energias positivas.

***

O Museu da Inocência passa-se na Turquia em 1975. Onde as mulheres são alvos fáceis de criticas. Tanto pela forma como se vestiam, como pela forma como se comportavam em público. É bastante interessante acompanhar a história e entender a sociedade daquele tempo pela voz de um escritor turco. As mulheres não podiam ter relações antes do casamento sem a promessa de um casamento. Neste livro, o papel da mulher é um tema bastante abordado. A forma como os homens devem tratar as suas mulheres, como devem amá-las. 

 

Orhan Pamuk foi vencedor do prémio Nobel da Literatura em 2006. A primeira pessoa turca a vencer um Nobel. Tem 62 anos. Em Portugal existem cerca de dez livros editados. Só tenho dois livros dele na minha estante: O Museu da Inocência e Neve. Claro que vou tratar de remediar esta situação brevemente, na Feira do Livro. 

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Dlog #17 | A Bertrand e os pontos do cartão

por Cláudia Oliveira, em 04.03.15

As más energias passaram. Uma boa noite de sono faz milagres. E uma boa conversa também. 

A Bertrand queria brincadeira. Enviou-me um email a dizer que tinha pontos a caducar no cartão. Depois, na compra de três livros ofereciam o quarto. Só sei que comprei três livros, vou receber o quarto e ainda poupei 17 euros. Já tinha lido quatro livros da estante. Ou seja, 200 outra vez. Só encomendei livros que pretendo ler brevemente. Depois mostro quando chegar a encomenda. Neste momento a lista de desejados é pequena, a feira do livro está a chegar. Quero começar a pensar no orçamento. Ainda não há datas. Estou ansiosa...

Comecei a ler em ebook mais um livro do Alejandro Zambra, A Vida Privada das Árvores. Estou a gostar mais deste do que gostei de Bonsai. E só por acaso, também fala em bonsais. Avancei até às 200 páginas do livro O Museu da Inocência de Orhan Pamuk. Já disse que estou a amar este livro? 

Comprei livros! OMG!

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Dlog #16 | Livros tristes

por Cláudia Oliveira, em 03.03.15

Ontem, foi um dia complicado. Andei à luta com o iPhone por causa do vídeo. Um vídeo de quase meia hora. Obrigada a quem se deu ao trabalho de ver o vídeo. Também deu para ler o livro O Museu da Inocência até à página 160. Fiquei bastante satisfeita. A história está a desenrolar-se de uma forma maravilhosa. Entretanto, era para começar a ver uma série mas não consegui. 

À hora de almoço, comecei a ler o livro O Meu Irmão, prémio Leya 2014, de Afonso Reis Cabral. Consegui ler até à página 21 e achei meio chato. No entanto, vou insistir até ao fim. Um homem vai buscar o seu irmão de quarenta anos, mongolóide, ao Tojal. Onde uma mulher, aos beijos, deixa-o cheio de baba na bochecha quando o cumprimenta. 

Andei a ver as estreias de cinema desta semana e nada de jeito nesta vida. Por falar em nada de jeito, tenho de passar nos CTT e enviar os livros do passatempo.

Sinto-me triste. Não vou sorrir com nada. Não é um bom dia para nada. Só dormir. 

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Não há nada de cinza em '50 Tons de Cinza'. É tudo preto.
Deixe-me explicar.
 
Eu ajudo pessoas que estão destruídas interiormente. Ao contrário de médicos que utilizam radiografias ou exames de sangue para determinar porque alguém está com dor, as feridas que me interessam estão ocultas. Faço perguntas e ouço atentamente as respostas. É assim que eu descubro como o paciente à minha frente está "sangrando".
 
Anos de escuta atenta me ensinaram muito. Uma coisa que eu aprendi é que os jovens são totalmente confusos sobre o amor - na busca e na manutenção do mesmo.
Eles fazem escolhas erradas, e acabam com muita dor.
 
Eu não quero que você sofra como as pessoas que vejo em meu escritório, por isso estou avisando sobre um novo filme chamado '50 Tons de Cinza'. Mesmo que você não assista o filme, sua mensagem tóxica está se infiltrando na nossa cultura, e poderia plantar ideias perigosas na sua cabeça.
 
'50 Tons de Cinza' está em cartaz no Dia dos Namorados (Valentine's Day americano, que é celebrado em 14 de fevereiro), então você vai achar que é um romance, mas não caia nessa. O filme é na verdade sobre uma relação doentia e perigosa, cheia de abuso físico e emocional. Parece glamouroso, porque os atores são lindos, têm carros caros e aviões, e Beyoncé está cantando. Você pode concluir que Christian e Ana são legais, e que seu relacionamento é aceitável.
 
Esteja alerta para não ser manipulado(a)! A equipe do filme só quer o seu dinheiro; eles não têm nenhuma preocupação sobre você e seus sonhos.
 
Abuso não é glamouroso ou legal. Nunca é aceitável, sob nenhuma circunstância.
 
Eis o que você precisa saber sobre "50 Tons de Cinza": quando criança, o protagonista Christian Grey foi terrivelmente negligenciado. Ele está confuso sobre o amor, porque nunca o experimentou de fato. Em sua mente, o amor está entrelaçado com maus sentimentos como dor e constrangimento. Christian gosta de machucar mulheres de formas bizarras. Anastasia é uma menina imatura que se apaixona pelo visual e pela riqueza de Christian, e como uma tola decide satisfazer seus desejos.
 
No mundo real, essa história teria um final trágico, com Christian na cadeia e Ana em um abrigo (para mulheres com histórico de violência) ou em um necrotério. Ou Christian continuaria batendo na Ana, e ela ficaria e sofreria. De qualquer maneira, as suas vidas definitivamente não seria um conto de fadas. Creia-me.
 
Como médica, eu estou pedindo: NÃO assista "50 Tons de Cinza". Cheque, apure os fatos e explique aos seus amigos porque eles também não deveriam assistir esse filme.
 
Aqui estão algumas das ideias perigosas promovidas por essa obra cinematográfica:
 
1. As meninas querem caras como o Christian, que se apoderam delas e se tornam violentos.
Não! Uma mulher psicologicamente saudável evita o sofrimento. Ela quer se sentir segura, respeitada e cuidada por um homem que ela pode confiar. Ela sonha com vestidos de casamento, não com algemas.
 
2. Os caras querem uma garota como Anastasia, que é fraca e insegura.
Errado. Um homem psicologicamente saudável quer uma mulher que saiba impor respeito. Se ele está fora de linha, ele quer que ela o corrija.
 
3. Anastasia é livre para consentir que a machuquem, então ninguém pode julgar sua decisão.
Lógica fraca. Claro, Anastasia tinha livre escolha - e ela escolheu mal. A decisão auto-destrutiva é uma decisão ruim.
 
4. Anastasia toma decisões relacionadas a Christian de forma consciente e imparcial.
 
Duvidoso. Christian constantemente supre Anastasia de álcool, prejudicando seu juízo. Além disso, Anastasia se torna sexualmente ativa com Christian - sua primeira experiência sempre - logo após conhecê-lo. A Neurociência sugere que, em razão disso, a intimidade deles daria o gatilho para os sentimentos de apego e confiança dela, antes mesma que ela esteja segura que ele faça jus a essa situação. O sexo é uma experiência poderosa - principalmente pela primeira vez. Enfim, Christian induz Anastasia a assinar um acordo que a proíbe de contar a alguém que ele é um abusador de longa data. Álcool, sexo, manipulação - dificilmente os ingredientes de uma decisão individual imparcial.
 
5. Os problemas emocionais de Christian são curados pelo amor de Anastasia.
Só em filme. No mundo real, Christian não mudaria para nenhum patamar realmente expressivo. Se Anastasia se sente realizada por ajudar pessoas emocionalmente perturbadas, ela deveria se tornar uma psiquiatra ou assistente social.
 
A questão de fundo: as ideias de "50 Tons de Cinza" são perigosas, e induzem à confusão e a más decisões sobre o amor. Há uma grande distância entre relacionamentos saudáveis e doentios, mas o filme borra essas diferenças, de modo que você começa a se perguntar: o que é saudável em um relacionamento? O que está doentio?
Há tantos tons de cinza ... Eu não tenho certeza.
 
Escute: é a sua segurança e o seu futuro que estão em jogo. Não há margem para dúvidas: uma relação íntima que inclui violência - consensual ou não - é completamente inaceitável.
Isso é preto e branco. Não existem tons de cinza aqui. Nem mesmo um.
 
* A autora tem formação em pediatria, com especialidade em psiquiatria infantil, adolescente e adulta.
Traduzido do site Meg Meeker, M.D. por Karen Rachel. 

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Leituras de Fevereiro+ Leituras para Março

por Cláudia Oliveira, em 02.03.15

 

 

 

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Dlog #15 | Relatos amáveis

por Cláudia Oliveira, em 02.03.15

Depois de muito brigar com o meu iPhone consegui gravar o vídeo de hoje. Mais logo, no canal. Será sobre as leituras maravilhosas que fiz em Fevereiro e as leituras maravilhosas que vou fazer em Março. Coloquei a meta bem alta. Quero ler imensos livros. Será que vou conseguir? Acho que sim. 

Ontem vi Relatos Selvagens. Muito bom. Recomendo. Dei oito pontos em dez. 

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Vi os oito episódios de Empire e agora não encontro nenhuma série de jeito. Sou esquisita, e raramente uma série me prende, como foi o caso. Ainda tentei uma recomendada pela Verónica Valdares mas não sou menina para ver sangue e bichos estranhos. Como não tenho nenhuma série em vista, vou aproveitar o tempo livro para ler mais. E deixar o Kobo de lado. Espero fazer só leituras de livros físicos da minha estante. 

Neste momento estou com 196 de 200. Aos poucos e poucos...

Ando a ler um livro incrível. Conto tudo no vídeo de hoje. Por falar em vídeos, os dois vídeos semanais vão passar a ser um. Todas as segunda-feiras. 

 

P.S. Ainda não sei qual o clássico do mês para Março. 

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