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Dlog #11 | Por vezes, basta a primeira frase

por Cláudia Oliveira, em 23.02.15

Desisti do livro escrito pela Jane Hawking, Viagem ao Infinito ( o que livro que inspirou o filme A Teoria sobre Tudo). É chato, bastante completo e descritivo. Aborreci-me, não me apeteceu ler mais. Tenho pena, mas não vale a pena insistir. Este ano é o primeiro livro que abandono. David Copperfield de Dickens que está em stand by por uns tempos. Entretanto, li um romance de literatura erótica. Amanhã conto tudo. E comecei a ler um livro sensacional. Cinco páginas e sei que vou amar. Não é preciso tanto, pois não?

 

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Um pouco de séries com... Empire

por Cláudia Oliveira, em 23.02.15

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Não sou muito dada a séries televisivas. Assim como não sou dada a séries de livros. No entanto, ouvi falar na nova série Empire e fui espreitar. Bastou um episódio para ficar rendida. Gostei do enredo, personagens e carga emocional. Ainda só vi os dois primeiros episódios, mas acho que vou seguir com regularidade e empenho. E algo me diz que esta série vai ser muito premiada no próximo ano.

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Li no Kobo, a capa do meu e-book tem a Julianne Moore. Nada a declarar. Gosto da capa. Cada capítulo tem o desenho de uma borboleta. Achei bonito esse pormenor.

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Tinha visto o filme e gostei bastante. Estava à espera de gostar do livro também.

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A escrita é pouco floreada. Expõe as dificuldades da doença e das ligações humanas perdidas em paralelo com as memórias. Cheio de parágrafos emocionantes, parei para pensar várias vezes no quanto a vida é efémera. Emocionei-me e arrepiei-me.

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Conta a história de uma mulher chamada Alice de cinquenta anos, bem sucedida, casada, com três filhos, amante da comunicação e das relações interpessoais. Inesperadamente, é diagnosticada com Alzheimer precoce.

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Alice começa com pequenos sintomas de perda de memória, decide ir ao médico fazer alguns exames. Ninguém esperava o resultado, Alzheimer, a conhecida doença da velhice. Assustada, tenta travar uma batalha contra o tempo e a doença. Desde anotações numa agenda, pequenos jogos mentais, leitura.

Não é fácil para a família de Alice lidar com a doença. Sobretudo, para o marido. O marido é um homem bastante ocupado, usa o trabalho para passar o maior tempo possível fora de casa, longe do problema. Gostei mais do marido no filme. Têm três filhos, todos lidam com a situação de forma diferente. A filha mais nova é a personagem com maior destaque, tenta entender a doença e estar presente. Achei a relação entre elas duas muito bonita, apesar de não concordarem em muitos aspectos. É interessante ver a evolução, a tentativa de deixar de lado as diferenças.

O final do filme é mais emocionante, achei o final do livro sem sal. A adaptação está muito boa. Apesar de ter gostado do livro, achei o filme mais emocionante. No entanto, no livro temos tempo para absorver as preocupações da personagem principal. No livro, a personagem Alice não sobressai tanto, não parece ter a mesma garra da personagem do filme. Achei-a mais triste.

Gostei do livro. É uma história triste, por isso não recomendo a leitura em momentos depressivos. Não achei os personagens muito cativantes (excepto a filha mais nova). O livro pode ser lido num dia, devido à escrita simples da autora.

O que mais gostei no livro foi o tema abordado. Fiquei sensibilizada com os momentos de revolta da Alice.

 

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Quatro estrelas. 

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Os meus olhos brotaram lágrimas quando percebi que o Big Hero 6 ganhou um Oscar. As minhas rezas foram ouvidas!

 

JK Simmons ganhou, sem supresa. Adoro o seu desempenho em Whiplash e estava a torcer por ele sem muita força porque não era preciso. 

 

Birdman ganhou o prémio mais importante. É justo! Mas fiquei contente porque o Grand Hotel Budapest não foi desprezado pela academia. 

 

Ainda não ouvi os discurso mas estou cheia de curiosidade de ver a reacção do Eddie Redmayne quando ouviu o seu nome. E preciso de ver o discurso da Patricia Arquette. 

 

Whiplash ganhou três Oscars. Lindo!

 

Boyhood foi o grande perdedor. Posso rir?

 

A melhor canção foi para o Selma. Merecido. A música é linda. 

 

A Lupita estava linda e maravilhosa. 

 

Lady Gaga e Oscars não combinam, mas falo depois de ver imagens. 

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Obrigada a todos os participantes. Desta vez, foram só homens que tiveram sorte. 

 

Lourenço Lopes de Lisboa

Pedro Caetano Carvalho de Beja

 

Parabéns! Aguardo as vossas moradas para o e-mail claudiaoliveira23[gmail]com 

 

Obrigada à editora Lua de Papel pela oportunidade. 

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Dlog #10 | Hoje vi um filme muito mau

por Cláudia Oliveira, em 19.02.15

Não me lembro do título. Tem a Jennifer Lopez e o seu rabiosque. Sexy. E só.

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Como correu a Maratona Literária de Carnaval

por Cláudia Oliveira, em 19.02.15

 

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Dlog #9 | A Rihanna adora

por Cláudia Oliveira, em 18.02.15

A maratona literária de Carnaval termina hoje às 23:59. Contagem decrescente. Começo agora um livro com 500 e tal páginas. Sim sim. Lá terminei O Meu Nome é Alice de Lisa Genova. 

Saiu o novo CD de Chris Brown. Não estou interessada na música feita por um moço que bate em mulheres. E faço questão de mudar de tapar os ouvidos sempre que tocar alguma música dele. A Rihanna adora. Aposto que sim. 

Tenho visto muitos palpites aos Óscares. Sou a única que acredita que o Grande Hotel Budapeste vai vencer na categoria Melhor Filme. Tanto faz, nunca acerto nada. 

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Não conheço a edição anterior. Neste edição, a capa tem o Bradley Cooper como sniper assim como no filme. Gosto da capa. 

 

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Este livro é um biografia contada pelo próprio sniper, Chris Kyle. Ele conta como foi parar aos SEALs, desde a sua infância. Como foi estar na guerra, todas as emoções envolvidas naquele cenário de horror e as consequências que teve na sua vida por ter escolhido esse caminho. 

 

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Chris Kyle é bastante direto no seu discurso. Frio, poucas vezes emotivo.

O livro também tem espaço para algumas passagens escritas pela mulher dele. As minhas partes preferidas são dela. Não deve ter sido nada fácil aquela experiência. Ser mãe de duas crianças com o seu marido na guerra.

O livro não tem espinhas, é cru e toca na ferida. 

Tem partes chatas para quem não se interessa por armas.

 

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Chris Kyle começa o livro com uma afirmação que me incomodou bastante e mudou a minha expetativa em relação ao livro. Ele afirma que gosta da guerra e que foram os melhores momentos da sua vida. Ao longo da leitura não consegui tirar essa afirmação da cabeça. Para além disso, ele faz questão de repetir. 

O livro é um relato fiel (quanto possível) da sua vida como sniper. Tem bastante informação sobre a guerra, os passos que são precisos para lá chegar. Desconhecia por completo aquele mundo. Ler e aprender é sempre uma mais valia. Não foi de todo tempo desnecessário. 

Gostei da leitura apesar de não concordar com inúmeras coisas. Quando Chris mostra o seu lado mais meigo consigo sentir pena dele e perceber o seu lado, depois tem aquele lado calculista que não concide com as minhas prioridades. Primeiro o país, depois a família. 

A mulher carregou um fardo pesado ao seu lado. Foi comovente ler os seus pensamentos. Mas acreditou sempre no seu casamento. Lutou por ele. 

Chris desprezava as questões politicas por trás da guerra. Para ele só interessava defender e amar o seu país. Matar os maus. Uma leitura pesada para os mais sensíveis. 

Quanto às diferenças do filme, são poucas. Foi uma excelente adaptação. O filme traz a emoção que não senti ao ler o livro. O livro tem o lado sensivel que não senti ao ver o filme. Ambos completam-se.

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Dei três estrelas. É um bom livro, porém senti-me incomodada com várias passagens. 

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Time Out in Time | 50 Sombras de Grey

por Cláudia Oliveira, em 18.02.15

 Mais tarde, as fotos!

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