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TAG Original: Consegues cumprir desafios literários?

por Cláudia Oliveira, em 26.12.14

TAG Original
1- Quais os desafios a que te vais propor em 2015?
2- Qual o desafio literário que ,ais te chama atenção mas não consegues aceitar?
3- Achas que os desafios literários ajudam ou prejudicam?
4- Consegues cumprir os desafios literários a que te propões?
5- O que fazes para te organizar?
6- Onde registas os desafios literários?

Canal citado
Aline Aimee
https://www.youtube.com/lineaimee

As Bastardas
http://asbastardas.blogspot.com/

 

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Os Livros do Final da Tua Vida | Will Schwalbe

por Cláudia Oliveira, em 23.12.14

Hoje acordei às cinco da manhã por culpa do meu filho. Quando ele voltou adormecer, decidi terminar a leitura do livro “Os Livros do Final da Tua Vida”. Faltavam pouco mais de quarenta páginas para terminar. Estou super entusiasmada. Acabei de ler um livro fantástico que gostava que toda a gente lê-se. Apetece-me oferecer este livro pelas pessoas na rua. Juro.

 

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Tem uma capa bonita. Eu gosto imenso. E o título é o culpado pelo meu interesse desde o primeiro minuto que os meus olhos viram este livro. Um livro sobre livros, como ignorar?

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Um livro de não-ficção. Mary Ann é diagnosticada com cancro. Ela e o seu filho partilham a paixão pelos livros e sem darem conta criam um clube de leitura entre os dois. Nos últimos meses de vida de Mary Ann ambos vão trocar livros, ideias e histórias.

 

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Will escreve este livro de forma a homenagear a sua mãe. Uma mulher solidária, bondosa e com uma forma de ver a vida que admiro. É realmente uma mulher especial. Ao longo do livro, a forma como Mary se preocupa com os outros fez-me pensar. Como é que uma mulher com pouco tempo de vida ainda consegue pensar nos outros? Mary parece uma personagem de um romance, mas não, ela realmente existe.
A ligação entre mãe e filho é muito bonita. Sensibilizou-me várias vezes. E aquele final que me meteu quase a chorar? As conversas sobre livros são as minhas partes preferidas. São citados autores conhecidos por muita gente, e um dos meus preferidos é citado diversas vezes, Somerset Maugham. Fiquei com uma vontade doida de ler alguns dos escritores citados.


A leitura une os leitores. Um livro sobre livros bastante sensível e bonito.

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Mary tem cancro, cria um blog para dar notícias sobre a evolução da doença à família e amigos. Ela é uma mulher incrível. Sabem aquela pessoa que gostavam que fosse da vossa família? Mary Anne é assim.

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Antes de terminar as últimas quarenta páginas, dei quatro estrelas ao livro. Mas fui rectificar. Cinco estrelas. Um livro inspirador, tocante e magnífico sobre o quanto o amor pelos livros pode unir as pessoas.

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TAG: Retrospectiva Literária Sensual

por Cláudia Oliveira, em 20.12.14

A tag foi criada pela Michelle do blog Resumo da Ópera.

A capa do ano
“O Pintassilgo” de Donna Tartt. Adoro a subtileza desta capa.

O título do ano
“A Peregrinação do Rapaz sem Cor” de Haruki Murakami. Adoro este título. E está muito bem explicado.

A surpresa do ano
“Uma Duas” de Eliane Brumm. Que autora, meu deus! Escreve incrivelmente bem!

A decepção do ano
Talvez por estar à espera de mais, apesar de não ser um mau livro, escolho “A Festa da Insignificância” de Kundera.

A série do ano
Não li. Nunca leio séries.

O livro nacional do ano
“Galveias” de José Luís Peixoto. Um livro novo deste autor é sempre bem-vindo. Um presente.

O autor do ano (um que você tenha lido pela primeira vez neste ano)
Eliane Brum.

A pechincha ou a raridade do ano
“Os Livros do final da tua vida” de Will Schwalbe. Foi oferta, na compra de outro livro na Fnac online. Promoção ainda em vigor.

O melhor desfecho
“O Lobo de Wall Strett” de Jordan Belford.

O protagonista masculino do ano
Park de Eleanor&Park. Não dá para ficar indiferente a este personagem.

O protagonista feminino do ano
Sayuri de “Memórias de Uma Gueixa” de Arthur Golden. Uma guerreira.

Personagem coadjuvante masculino
Levin de “Anna Karenina” de Tolstoi. Adoro a evolução deste personagem.

Personagem coadjuvante feminino
Posso dizer a Morte do livro “A Menina que Roubava Livros” de Markus Zusak?

O pior do ano
“Uma Mulher Má” de Marc Pastor. Seca de livro.

O melhor do ano
“O Pintassilgo” de Donna Tartt. Sem dúvida!

Sua meta 2013 foi cumprida?
Sim, li mais de 60 livros.

Qual é a sua meta para 2014?
Estabeleci várias metas:
– escrevi um post sobre os desafios literários para 2014.

- ler pelo menos 60 livros.

- ler mais calhamaços e clássicos.

– comprar menos, ler mais a pilha que tenho.

-  escolher melhor. Esta é a meta principal. 

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Desafios, planos e projectos para 2015

por Cláudia Oliveira, em 19.12.14

 

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O que vou ler até ao final do ano?

por Cláudia Oliveira, em 19.12.14

Até ao final do ano, faltam doze dias. Doze dias rápidos, com a correria do natal. Vou ter uns dias de férias, para terminar as tarefas inacabadas. Detesto deixar assuntos por resolver de um ano para o outro. Portanto, como quero começar o ano limpa e fofa, tenho muita roupa para passar a ferro. Ler e passar a ferro são actividades incompatíveis. A ver vamos. Os objectivos literários para estes últimos dias de 2014 são: terminar “Os Livros do Final da Tua Vida” de Will Schwalbe, gravar vídeos para o canal, ler para a leitura conjunta das meninas do blog As Bastardas ( www.asbastardas.blogspot.com) o livro esgotado “Sartre e Beauvoir” de Hazel Rowley, e, na loucura, começar a ler um livro ainda a decidir da minha estante.

Mês fechado, pronta para 2015 cheia de projectos e ideias.

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Um livro sobre livros

por Cláudia Oliveira, em 18.12.14

Estou a ler “Os Livros do Final da Tua Vida” de Will Schwalbe. É comum um leitor ler sobre livros. Ter uma paixão avassaladora por livros sobre bibliotecas, livros, escritores, por aí… Um título assim não passa despercebido. Quando o vi na Fnac, há uns tempos atrás, nunca mais saiu da minha lista de desejos mental. Recentemente, encontrei uma promoção no site da Fnac. Na compra de “A Vida Secreta dos Livros” de Santiago Posteguillo, ofereciam este. Aliás, a campanha ainda está activa. Vi agora.

Antes de ontem comecei a ler o livro “Os Livros do Final da Tua Vida”. Rendi-me nas primeiras páginas. Estou adorar. Imaginem um livro sobre amor entre filho e mãe e troca de livros pelo meio. “Lê este, vais gostar!”. Nasceu um clube de leitura com duas pessoas. Estou cheia de vontade de criar um clube de leitura. Com bolos à mistura. Há uns tempos andei com essa ideia, mas não andou para a frente. Tenho pena. Deviam existir mais clubes de leitura. Um por biblioteca. Acho fantástico. Talvez por isso goste tanto de livros sobre livros. Acho que descobrimos imenso quando falamos de livros. Esmiuçamos pensamentos.

 

Partilhar é o verbo preferido da vida. Ler é todo um fascínio.

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Depois de ler Gonçalo M Tavares duas vezes, primeiro com O Senhor Valery, depois com Aprender a Rezar na Era da Técnica, ele passou a integrar a minha lista de autores portugueses preferidos. Assim que soube que íamos ter dose dupla no mês de Dezembro, meti na lista de desejos os dois títulos: Os Velhos Também Querem Viver e A Menina Está Perdida no Seu Século à Procura do Pai.

Comprei em primeiro A Menina Está Perdida no Seu Século à Procura do Pai porque este título conquistou-me à primeira vista (tenho uma pancada por títulos com as palavras: menina, mulher, rapariga). Assim como a capa. Na última visita à Fnac do Colombo, comprei-o e comecei a lê-lo no dia seguinte. São duzentas páginas, como se fossem cem.

A edição está linda. A Porto Editora está de parabéns! Nota-se zelo na edição.

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Marius encontra uma menina chamada Hanna na rua. Ela tem catorze anos, trissomia 21 e junto dela está uma caixa com indicações específicas para quem for lidar com ela. Marius foge de algo. Hanna procura o seu pai.

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Ao longo do enredo vamos conhecer várias histórias, vários personagens. Um fotógrafo que colecciona fotos de animais e pessoas com deficiências, uma família que cola cartazes em vários lugares do mundo, donos de um hotel que deram aos quartos nomes de campos de concentração. A criatividade do autor é inegável.

Cada capítulo tem uma mensagem sublime, por vezes indecifrável. Não se consegui captar tudo o que o autor quis transmitir. Parece-me uma chamada de atenção para vários assuntos. A forma como a sociedade lida entre si. As motivações desiguais de cada indivíduo. Os rostos revelam o que a mente esconde? Seguir em frente, lutar, ir atrás, fazer alguma coisa mesmo que muda apenas uma mente.

Gostei de ler este livro. Apesar de não sentir grande empatia com os personagens, nem nenhuma conectividade emocional, gostei de passar algumas horas ao lado de Marius e Hanna.

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A escrita de Gonçalo M Tavares surpreendeu-me. É mais simples, sem rodeios, ao contrário dos romances que li no passado.

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Estive entre três estrelas e quatro. Decidi-me pelas três estrelas. Não me arrebatou, apesar de reconhecer a qualidade do autor. Posso dizer que é um dos melhores da actualidade, eu acho. Gostei do livro, contudo recomendo com reservas.

 

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Publicado em 1980, é o terceiro romance de José Saramago.

O título não podia ser outro.  

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O livro tem várias histórias. A principal é a história da família Mau-Tempo, três gerações. Vai desde o final do século XIX até aos anos seguintes à Revolução 25 de Abril. Passa-se sobretudo no Alentejo, um retrato em jeito de homenagem aos “nossos” lutadores.

Saramago nas dificuldades, na miséria, na opressão vivida. É o retrato fiel da classe trabalhadora.

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Estava à espera de um romance estilo Saramago. Bem desenvolvido e forte.

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Personagens muito portuguesas, com alma alentejana. Humildes, trabalhadores, sonhadores. À espera de um futuro melhor, lutam pelos seus direitos. À espera de um futuro melhor, sonham, querem levantar-se do chão, onde trabalham curvados, com condições precárias.

Nem o sobrenome “Mau-Tempo” foi escolhido em vão. Personagens debaixo de nuvens negras, com um destino pouco solarengo.

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Este foi o livro que mais gostei do desafio Ler Saramago. Ainda só li três. Nota-se uma evolução enorme na construção do romance do segundo para o terceiro. Aqui, encontrei o Saramago que tanto gosto. Este livro é muito bom. Apesar de algumas partes maçadoras, foi um gosto enorme ler este romance.  

A ironia entra unida a uma crítica do autor sobre as forças políticas. Interessante quando ele coloca as formigas como espectadoras da verdade. Se as formigas falassem… É, talvez, a minha parte preferida deste romance. Fique atento, se for ler.

O clima desta narrativa é angustiante e triste. Não recomendo  leitura se estiver numa fase triste da sua vida.

Com uma releitura iria tirar maior partido. É Necessita de tempo e paciência. Recomendo sobretudo este livro aos grandes admiradores do autor.

“…assim é o mundo feito que não se apercebem uns do mal dos outros, mesmo quando tão perto estão como mãe e filho.”

“Há quem tenha o sono pesado, há quem o tenha leve, há quem ao adormecer se despegue do mundo, há quem não saiba estar senão deste lado e por isso sonha.”

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Quatro estrelas. Bastante bom este livro. Não dei cinco estrelas porque senti algum cansaço e perda de ritmo em alguns capítulos. Não deu para sentir o que senti com “Intermitências da Morte” e “Ensaio sobre a Cegueira”, mas andou lá perto. 

 

O próximo romance será Memorial do Convento. Para ler só em janeiro. 

 

Post da Michelle: Resumo da Ópera

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2015 | Boletim de Leitura

por Cláudia Oliveira, em 15.12.14

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(onde se lê repetidamente Um Livro com Capa Bonita, é para substituir por Um Livro com Capa Feia)

Para 2015, mais um desafio pessoal. A ideia é colocar um "check" em todos os quadradinhos. São 28 quadradinhos. Quem está comigo?

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2014 | Leituras que me marcaram

por Cláudia Oliveira, em 12.12.14
As leituras que me marcaram em 2014 

Não confundir com as melhores leituras.

Vou indicar três para a lista não ficar extensa. Li cerca de 60 livros, escolher três não vai ser fácil. 

 

Uma Duas de Eliane Brum

O Pintassilgo de Donna Tartt

Anna Karenina de Leo Tolstoy

 

Mas é possível! Tinha na lista seis. Seis livros em sessenta. Fracas leituras. Péssimas escolhas, será? Tenho de ter mais atenção em 2015 com as minhas escolhas. Em tudo. Estes três marcaram-me por motivos diferentes. Vou tentar explicar um a um.

 

Uma Duas de Eliane Brum. Foi a descoberta de uma autora. Encontrar alguém tão bom na escrita como nos sentimentos. Passar a pensar: preciso de ler tudo desta autora. E já me estou a preparar para isso. Vou mesmo ler tudo de Eliane Brum. Este livro é forte, viceral, um murro no estômago. Respirar, ler, respirar, ler. Queremos Eliane Brum em Portugal. Eu quero, pelo menos. 

 

O Pintassilgo de Donna Tartt. O calhamaço que encheu o meu coração. Estava capaz de reler este livro. Adoro os personagens, a escrita da autora, a história. Saudades do Theo e do Boris. Também quero ler tudo da autora, mas está difícil encontrar os livros em Portugal. 

 

Anna Karenina de Leo Tolstoy. Li este clássico numa leitura conjunta. Andava para ler este livro há bastante tempo. Adorei! A escrita de Tolstoy é fantástica. Este livro é maravilhoso. Personagens inesquecíveis. Jamais esquecerei Anna Karenina. 

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