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O que a leitura pode fazer por ti?

por Cláudia Oliveira, em 31.01.14

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Eu que nem gosto de livros com capas de filmes...

por Cláudia Oliveira, em 30.01.14
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Adoro esta.

Este livro foi presente do homem que partilha a vida comigo, sabe da minha admiração pelo Leo, a fascinação por este filme e o amor pelos livros. Sou fácil de amar.

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Um Pouco de Cinema com "Eu, Frankenstein"

por Cláudia Oliveira, em 30.01.14

 

 

Nunca li o livro, mas tenho um exemplar na minha estante. Não resisti e fui ver o filme. Maldita hora. O filme é péssimo. Fez-me perder a vontade toda de ler o livro.  E não preciso de dizer mais nada.  

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"A Mulher do Legionário" de Carlos Vaz Ferraz

por Cláudia Oliveira, em 30.01.14
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Este livro foi-me oferecido no dia do meu aniversário pela minha querida irmã Daniela. Escolheu-o pelo título, sem fazer ideia se já tinha lido. Não conhecia o autor sequer.

O que achaste?

Carlos Vaz Ferraz escreve muito bem, o romance está muito bem construído e elaborado. Apesar de detalhista, o romance tem ritmo. O livro está cheio de factos históricos, como não sou apreciadora de romances históricos tive mais dificuldades em apreciar este livro. Acho que é um livro para um público apreciador do género.

A mulher do legionário chama-se Fernanda, casa-se com o assassino do seu pai e traça um plano de vingança. O seu marido, Augusto, é um homem rude e controlador, capaz de tudo para conseguir o que pretende.

Os personagens são bem construídos quanto à sua personalidade, o ambiente vivido é fácil de imaginar assim como todos os factos descritos.

A história é contada pela freira e amiga de Fernanda, o que torna o romance mais interessante. Esta freira está sempre a comparar a sua vida com a vida de Fernanda, chegando a pôr em causa as suas escolhas. De alguma forma, a vida de ambas entrelaçam-se.

Dei três estrelas no Goodreads. Gostei mas não é de todo o meu género preferido. O autor vale a pena conhecer, escreve muito bem.

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"No Coração Desta Terra" de J. M. Coetzee

por Cláudia Oliveira, em 29.01.14

 

 

Conforme o vídeo TAG - 7 Autores para 2014 Coetzee era um autor para conhecer em 2014. Assim foi. Este livro já estava na minha estante há muito tempo e nada como o incentivo de uma maratona literária para lê-lo. 

 

O que achaste da escrita de Coetzee?

Adorei. Não sei muito bem como descrever a sua escrita, é uma mistura de poesia, tristeza e doçura. Tem passagens incríveis, com as quais me identifiquei. Escrito de uma forma impecável. Logo nas primeiras páginas ele conquistou-me com esta passagem: "Eu sou dessas que ficam no quarto a ler, a escrever ou a curar a enxaqueca." Eu também sou dessas. É um autor com um enorme talento.

 

Coetzee venceu o Prémio Nobel da Literatura em 2003. Este livro foi um dos seu primeiros romances, lançado em 1977. Aposto que os restantes romances da sua bibliografia são de uma qualidade extrema. 

 

Qual é a história deste livro?

Este livro é escrito em forma de diário pela visão da nossa protagonista, uma rapariga ignorada pelo seu pai após a morte da sua mãe, de quem não se recorda por ter morrido quando ela era muito pequena. O pai dela traz a próxima noiva para a fazenda, ela não gosta da sua nova madrasta. Este diário é composto de pensamentos daquilo que vai presenciando e sentido, como qualquer diário pessoal. Muitas vezes, somos enrolados pelas suas palavras e não sabemos muito bem se ela está a inventar ou a dizer a verdade.

 

O melhor deste romance é a escrita de Coetzee. Um belo livro de apresentação à sua obra. Dei 3 estrelas no Goodreads, embora seja mais um 3,5. O que menos gostei neste romance foi a repetição de ideias da protagonista. Gira o disco e toca o mesmo. 

 

Fala-nos dos personagens

Existe a protagonista, uma rapariga nova. Só ficamos a saber o seu nome quase no final do romance. Ela é a nossa visão em relação aos factos supostamente reais. É bastante atormentada, sente-se uma mulher ignorada e infeliz: "Luto para não me transformar numas das esquecidas da história." O que mais me marcou foi a sua vontade de querer matar o seu próprio pai e a sua madrasta. Será que mata? O pai é um homem desprezível, é só o que sei. Parece que tem um pedra no lugar do coração. A madrasta uma mulher estúpida. Existem também dois personagens secundários com quem a protagonista tem uma relaçao directa mas não senti qualquer empatia entre eles. 

 

Ficaste satisfeita com a leitura?

Vou querer ler todos os livros de Coetzee. Fiquei encantada e feliz por finalmente me ter aventurado na leitura deste autor. E nada arrependida. 

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Um Pouco de Cinema com "A Vida de Adèle"

por Cláudia Oliveira, em 29.01.14








Depois de tantas criticas e polémica fui ver este filme. A melhor publicidade é a polémica. 


Este filme conta a história de amor entre duas mulheres. Adèle é estudante de Literatura, em relacionamentos com rapazes mas algo se vai passar consigo e os sentimentos começam a mudar. Numa ida ao acaso a um bar lésbico conhece Emma, uma estudante de Belas Artes como  cabelo pintado de azul, lésbica e mais segura daquilo que quer. Iniciam assim uma relação. 


Achei o filme bonito em termos de fotografia e realização. Achei longo e chato em algumas partes. Dura três horas. Gostei da história mas não adorei o filme. Talvez seja interessante para algumas pessoas verem esse filme, apesar de ser um romance entre duas mulheres, a história é igual a qualquer outra história de amor. 


As minhas cenas preferidas são os diálogos sobre artes e literatura. 


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Um pouco de cinema com "Clube de Dallas"

por Cláudia Oliveira, em 28.01.14



Ron é o protagonista desta história. Preconceituoso, desprezível, um homem de excessos (drogas e sexo) descobre que tem sida. Ele acha que a doença é "coisa de gay", ao princípio tem dificuldades em aceitar o seu destino. O médico dá-lhe trinta dias de vida. Ele ri-se na cara do médico e continua a sua vida da mesma forma louca (drogas e sexo). Até ao dia em que acorda. Posto isto, decide procurar ajuda e pedir à médica um medicamento específico que tem sido testado em tratamentos de doentes com sida com sucesso, que o próprio acredita que lhe fará bem. Esse medicamento não está à venda nas farmácias, nem é distribuído de forma gratuita. Acompanhamos a luta de Ron ao longo do filme. A sua vontade de querer viver. A luta pelo preconceito.

 

McConaughey está maravilhoso neste papel. Presumo que irá vencer o Oscar como melhor actor. É bastante credível, tem imenso talento. E não sei se o filme não irá vencer o Oscar de Melhor Actor Secundário, Jared Leto está incrivelmente bem. Admito que tive algumas dificuldades em reconhecê-lo.

 

O filme aborda temas interessantes como a guerra entre as a industria farmacêutica e os governantes, o poder e interesses da indústria farmacêutica. Para além disso, a evolução do protagonista é maravilhosa. Uma bela lição de vida.

 

O filme é muito bom. Os actores são muito bons. Mais motivos?

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Curtas

por Cláudia Oliveira, em 27.01.14

Quando um escritor precisa de dar cursos de escrita criativa para viver, sinto alguma pena. Parece que ninguém os lê. Parece que estão a dizer que o talento não serve para nada. Basta a técnica. Não sei. Sou eu a divagar sobre a lei da sobrevivência e o negócio. 

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Um Pouco de Cinema com "Golpada Americana"

por Cláudia Oliveira, em 27.01.14

 

O melhor deste filme não é a história. É a realização, banda sonora, guarda-roupa e actores. Elenco de luxo, TODOS estiveram muito bem. Os papéis serviram como uma luva. A forma como acompanhamos a história atravês de uma câmara em movimento já me tinha deslumbrado no filme "Guia para uma Final Feliz". Adoro a forma como David O. Russell conduz o trauma. 

 

O filme tem cenas muito boas. As minhas cenas preferidas são imensas, posso contar-vos algumas

 

- SPOILER-

 

quando Bradley Cooper e a Amy Adams estão numa discoteca e vão parar à casa de banho onde fazem uma promessa meio ridícula; quando Jennifer Lawrence faz playback ao som de uma canção, com luvas de borracha e o seu filho assiste à cena; quando Christian Bale choraminga com a partida da sua amante ou discute com o Bradley Cooper sobre este beijar a sua amante; a participação de Robert Del Niro enquanto mafioso. 

 

- FIM DE SPOILER-

 

Diverti-me imenso com este filme. O filme tem contornos humorísticos muito bons. Não é feito de piadas transparentes/fáceis, está na forma como os actores conduzem as cenas, nos detalhes, nos diálogos. Testa ao limite o sentido de humor do espectador. Haverá muita gente a encolher os ombros durante algumas cenas em que outros irão rir até às lágrimas. O cabelo do Bradley Cooper é motivo de gargalhada, por exemplo. A barriga saliente de Christian Bale é outro. 

 

Os actores, como disse anteriormente, estão perfeitos. Tornou-se completamente difícil escolher um preferido dos nomeados. Destaco a louca Jennifer Lawrence é maravilhosa no papel de mulher disfuncional e carente. Adorei o penteado dela. A alegria dela. Grande personagem. Esta rapariga ainda tem mais para dar? Tem provado ao longo destes anos que é uma excelente actriz. Impressiona-me tanto talento. 

 

A banda sonora está perfeita. Música dos anos 80. Este filme tem como pano de fundo esta década, nas suas loucuras e costumes. Outro ponto a favor. 

 

O filme não se foca apenas na estratégia para apanhar os corruptos. A história desenvolve também os romances, diversifica as cenas consequentemente dá mais ritmo e momentos de humor ao espectador. 

 

Felizmente não ouvi as criticas más acerca deste filme e fui tirar as minha próprias conclusões. E aqui estou para vos sugerir a fazerem o mesmo. 

 

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Maratona Literária - meta

por Cláudia Oliveira, em 26.01.14






A maratona literária Viagens (In)Esperadas é uma ideia da Catarina R. e da Silvana. Começa dia 27 de Janeiro às 00:00 e termina dia 31 de Janeiro às 23:59. 


O tema escolhido pela votação foi: Livros escritos por autores que nunca leram. Sendo uma maratona temática só as páginas destes livros contam para o resultado final.  Haverá um desafio por dia. 


Já fiz a minha selecção. Conto ler quatro livros. 


O Assassino Cego de Margaret Atwood. Estou na página 316, pretendo terminá-lo. 316/625 páginas.


No Coração desta Terra de Coetzee. Prémio Nobel da Literatura em 2003. 231 páginas. 


Afastado de Sadie Jones. Finalista do Prémio Oranze 2008. 313 páginas.


Diário da Bicicleta de David Byrne. Vou ler em e-book. 392 páginas. 

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