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MINIMALISMO | COMO TUDO COMEÇOU

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Tenho tanto para partilhar convosco. Nestas últimas semanas tenho dedicado a minha atenção ao estudo. Sou uma auto didacta e gosto de aprender. A minha curiosidade pelas mais diversas áreas faz-me estudar. Gosto de alargar os meus horizontes. Seja através de livros, filmes, documentários, internet, viagens. Devido à minha sede pelo conhecimento, rodeio-me sempre (quase sempre, vá) de pessoas com interesses diversos para aprender com elas. Absorvo tudo e escolho o que mais se identifica comigo. Não saio por aí a converter-me a todas as religiões. Sem extremismos, please. 

 

Há ano e pouco descobri o minimalismo. Não tinha um nome. Só percebi mais tarde que a minha atitude de estar sem consumir por um ano era chamado de minimalismo. Comecei a procurar tudo sobre o assunto e senti-me perto de algo com que me identificava. Estar sem consumir mudou a minha vida. Mudou-me como pessoa. Senti necessidade de mudar porque a minha vida ficou diferente com a chegada dos meus filhos. Eu fiquei diferente. Eu comecei a ver o que realmente interessava. O brilho do consumismo não era para mim, eu já não era assim. Já não sou. Eu de facto acho um desperdício de dinheiro comprar roupa sem fim, encher os armários e não usar metade. Não me identifico de todo. Quando sinto que estou errada faço por mudar. De facto, enfrento os meus defeitos e tento.

 

O meu único problema em relação ao consumismo sempre foram os livros, mas também estou a fazer por mudar. Na verdade nunca vi isso como um problema grave porque leio bem mais do que aquilo que compro. Mas é. Outro problema é a necessidade de ter um telemóvel sofisticado, com uma boa câmara.  Sinto que preciso disso para trabalhar nas áreas que mais gosto. Será que preciso?

 

Por saber que era consumista de uma forma desequilibrada ponderei testar-me. Nada melhor para o auto conhecimento. Eu faço isso frequentemente e descubro sempre várias coisas sobre mim. Aliás, eu gosto de sair da zona de conforto para ver mais além. Leio livros fora da minha zona de conforto, vejo filmes que nunca estiveram na minha lista. Juro, não há nada melhor do que enfrentar o desconhecido. Nunca me ouvirão dizer, "não consigo" sem tentar. E rodeada de todos estes factores, pus mãos à obra numa altura mais fácil. Foi durante a gravidez da minha segunda filha que decidi ficar um ano sem comprar roupa, calçado e acessórios. 

 

Mais fácil porque estaria muito tempo em casa a cuidar dela e não precisava de roupa nova para enfrentar encontros sociais ou outro tipo de eventos. Mas enganei-me, não foi a altura mais fácil. Foi o ano mais movimentado de sempre. Fiz inúmeras coisas, saí imenso e conheci muito. Mas continuava a não precisar de roupa. Interessante não é? 

 

Como não fiquei satisfeita, aderi recentemente ao armário cápsula. Já fiz a selecção das peças ( no entanto, preciso de diminuir). Para tornar o compromisso mais sério, resolvi revelar-vos quais foram as peças e fazer um update no final do primeiro mês. O que acham?

 

Estar um ano sem comprar roupas foi o pontapé de partida para a grande mudança. Eu não quero seguir um estilo de vida minimalista porque o minimalismo está (ou não) na moda. Eu quero realmente deixar entrar o minimalismo na minha vida, ainda tenho um grande caminho pela frente. Este blog foi o lugar que arranjei para registar todo o meu processo e dividir com outras pessoas a minha caminhada.

 

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QUATRO PROJETOS GIRL POWER PARA ACOMPANHARES ESTE ANO

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Feminismo é um conjunto de movimentos com um único objetivo:  a igualdade de géneros, não é, nem está perto do conceito criado pela sociedade de colocar a mulher numa posição superior ao homem. O feminismo defende os direitos das mulheres e os seus interesses.

 

Através das lutas feministas conseguimos o direito ao voto, proteção contra a violência doméstica, direito ao aborto, direitos trabalhistas, licença de maternidade entre outros. Conseguem entender a importância? Infelizmente ainda precisamos de lutar contra várias discrepâncias como as diferenças nos salários, oportunidades profissionais e tratamento com base na igualdade de géneros.

 

Ao longo dos anos nasceram diversos projetos na blogoesfera de forma a divulgar o que é feito pelas mulheres em várias áreas. São projetos ligados ao cinema, música, clubes de leitura e literatura com o mesmo objetivo: empoderamento feminista.

 

Venho partilhar convosco quatro projetos para acompanharem este ano.

 

Clarices e Marias

Projeto jornalístico, cultural e literário. Pretende falar sobre mulheres famosas e desconhecidas. Foi criado por uma mulher que acredita que espaços como este são necessários e urgentes. Acompanhe em www.claricesemarias.com

 

Projeto Elas Por Elas

É um projeto literário colaborativo que deseja dar voz e visibilidade às mulheres. A autora Tamires Arsénio pretende aliar literatura, representatividade e empoderamento. Acompanha aqui: www.projetoelasporelas.com

 

Nós Madalenas

É um projeto fotográfico com 100 retratos em preto e branco com o intuito de promover a beleza reais e quebrar estereótipos implementados pela sociedade. As fotos estão no blog nosmadalenas.tumblr.com

 

Mais Mulheres Por Favor

A Alexandra promove com este projeto a literatura escrita por mulheres. Também enaltece a música, cinema e arte no geral criada por mulheres. Nasceu inspirado em dois livros ligados à temática do feminismo. No blog www.maismulheresporfavor.blogs.sapo.pt

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O HOMEM DO GIZ | C.J. TUDOR

 

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Aplausos para esta capa com destaque para a lombada espetacular. O olho brilhou quando recebi o grande lançamento da Planeta. O título está por todo o lado com uma espécie de “obrigatório” para os fãs do género thriller. Digamos que o título também é bastante sugestivo e a sinopse promete. Quem nunca jogou ao “enforcado”? Tantas vezes.

 

Bem, a história. Não vou relevar quase nada. Prometo.

 

Um grupo de miúdos numa aldeia, (lembrei-me logo do filme A Coisa inspirado no romance do Stephen King, segundo a autora é a sua inspiração) a vida corre normalmente até ao dia em que acontece um grave acidente. Paramos por aqui? Deixem-me adiantar que o livro começa com a descoberta de uma cabeça de uma rapariga. Exatamente. Uma cabeça.

 

A história passa-se entre o presente (2016) e o passado (1986) pela voz do Eddie. A autora sabe diferenciar muito bem as diferentes épocas através de diversos elementos, portanto foi muito fácil situar-me. Ao contrário do que normalmente acontece, nunca me confundi e consegui entrar na história de imediato. O ritmo é perfeito para um thriller, começou lentamente, mas ganha alguma velocidade conforme avançamos. As personagens começam a fazer parte da nossa vida, queremos de facto saber o que aconteceu. Para além existem outras histórias, como é o caso da profissão pouco conservadora da mãe do Eddie ou a doença do pai dele. Há situações de ataques entre adolescentes com cenas muito fortes com referência ao livro “O Deus das Moscas”. A escritora influenciou-se nos melhores.

 

O enredo conta com várias reviravoltas e surpreende como romance de estreia da inglesa C.J.Tudor. A escrita é madura, envolvente e rica. É o melhor do livro, assim como as personagens diversificadas e intrigantes. Tenho de ressaltar negativamente alguns episódios sem o facto surpresa, algumas conversas que não acrescentam nada à história. Apesar do final me ter surpreendido não gostei das motivações dadas para o crime central. Quando lerem o livro contem-me se sentiram o mesmo. 

 

É uma leitura viciante. Lido em dois dias. Só posso recomendar. Dia 16 nas livrarias em todo o país. 

 

NÃO COMPRO MAIS

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O meu lado consumista diminuiu drasticamente depois de estar um ano sem fazer compras. Ter a minha família, casa e carro contribuíram bastante. Tive de fazer escolhas. Primeiro foram estes os motivos. Depois acabei por sentir-me afectada pelo consumismo da sociedade exposto em todas as redes sociais e encontei um lado b confortável e equilibrado. Uma forma de salvaguardar os meus e o futuro deles. Assim como o planeta. Comecei a ficar preocupada verdadeiramente e aberta para encontrar explorar essas questões. Comecei por ver documentários, procurar muita informação. E foi apenas a ponta do icebergue. Verdade seja dita, há um mundo inteiro para explorar. Há infindáveis respostas para atenuar a exploração dos meios ambientais e humanos. Com a minha caminhada passei a valorizar outras coisas e parei de comprar algumas coisas. É exactamente isso que venho mostrar, o que parei de comprar. 

 

 

- Jornais,revistas e afins

Era viciada em revistas de moda. VICIADA. comprava tudo. a senhora da papelaria já me conhecia e tudo. Depois desfolhava por alto e acabavam acumuladas numa enorme pilha ao canto do quarto. Em dias de limpezas iam para o lixo. Agora aproveito os blog e o youtube para me colocar a par das novidades e tendências. 

 

- Óculos de sol

Não compro mais. tenho o mesmo par de óculos há bastante tempo e está tudo bem. 

 

-Relógios

Vejo sempre as horas no telemóvel mesmo com o relógio no pulso. não preciso. e sinceramente detesto ter os pulsos cheios de acessórios, não me dá jeito nenhum quando estou no escritório em frente ao computador. 

 

-Capas para telemóvel 

Antes tinha uma para cada dia da semana. qual era a necessidade? deixei-me disso. agora nem sequer uso, adoro o meu telemóvel simples e despido de cor. 

 

- Acessóriosde moda

Nunca mais comprei uma carteira na vida. Uso uma bolsa antiga perfeitamente em condições há uma série de anos de uma marca desaparecida em Portugal. Lembram-se da Naf Naf?

 

-Canecas e copos de bebidas

Não preciso de mil. Chegam muito bem uma quantidade pequena. 

 

- Vernizes

Pois é, deixei de pintar as unhas. só as arranjo. tinha de andar sempre a retocar. quando quero uma cor pinto num tom nude. não ligo nada a essas coisas e passei a não gostar de me ver com unhas coloridas e tal. 

 

E vocês? Há alguma coisa que tenham deixado de comprar ao longo do tempo?

OS CEM MELHORES POEMAS PORTUGUESES DOS ÚLTIMOS CEM ANOS | ORGANIZADO POR JOSÉ MÁRIO SILVA

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Quero mais poesia na minha vida. Mais paz na alma, mais aconchego no coração. Quero ser desarmada e atingida com força pelas palavras. Quero que mexam e remexam as minhas emoções à flor da pele. Quero um nó tão grande na garganta que me faça gritar as mágoas. Nada melhor do que começar este ano com poesia lusófona para atrair qualidade nos trabalhosos 365 dias de 2018.

 

Esta seleção de poemas foi feita pelo José Mário Silva. Ele é critico literário no Expresso (o meu preferido, leio tudo, adoro). Esta obra é um convite a todos os leitores e não leitores de poesia. Uma porta de entrada para os que não costumam ler poesia. Uma homenagem a grandes poetas e poetisas. Acredito que muitos ficaram de fora. Mas para quem conhece pouco, como eu, será um prato cheio. 

 

O livro está dividido pela seguinte ordem: Breves Notas; Retratos; Relatos, Desacatos; Hiatos e Autores por Ordem Cronológica. O livro apesar do fraco papel usado, tem uma capa resistente e bonita. Fiquei apaixonada por vários poemas e cheia de vontade embarcar nesta viagem desconhecida da poesia. Alguns conhecia da escola, dos cadernos, por aí. Outros nomes nem por isso e foi uma surpresa encontrar novos nomes para acrescentar na minha lista de "preciso de ler". Acreditem, foi difícil escolher o poema preferido. 

 

Realço os seguintes nomes, Ruy Belo; Almada Negreiros; Maria Teresa Horta; Rui Costa; Rui Lage; Hélia Correia, Nuno Júdice; Herberto Hérder; Joaquim Cardoso Dias; Golgona Anghel; António Maria Lisboa; Mário Dionísio; Adília Lopes; Daniel Jonas; Ana Hatherly; Fernando Pessoa e os seus heterónimos. 

 

Gosto de poemas sobre o obscuro, a dor, a solidão. Gosto de poemas sobre as pessoas e o mundo. Gosto das palavras arrancadas da alma, da pele e de todo o sofrimento capaz de estar nas palavras. Gosto de não entender e reler e voltar a não entender. Gosto de sentir sem entender. Gosto de poesia e nunca pensei que gostasse tanto. 

 

Uma pergunta, porque raio o blogs.sapo.pt não reconhece a palavra "poetisa"? 

 

Escolhi um dos meus poemas preferidos com alguma dor no coração. É de uma poetisa que pretendo explorar mais este ano. 

 

Adília Lopes (p. 155)

"Não gosto tanto

de livro

como Mallarmé

parece que gostava

eu não sou um livro

e quando me dizem 

gosto muito dos seus livros

gostava de poder dizer

como o poeta Cesariny

olha

eu gostava

é que tu gostasses de mim

os livros não são feitos

de carne e osso

e quando tenho

vontade de chorar

abrir um livro

preciso de um abraço

mas graças a Deus

o mundo não é um livro

e o acaso não existe

no entanto gosto muito

de livros

 

 

Mais poesia virá por aqui. Estou com o projeto Ler Poesia em andamento juntamente com a Alexandra. Já mostrei a próxima poetisa a integrar este projeto ainda este mês no Instastories (@ClaudiaOSimoes). Para quem não sabe, o Instastories faz parte da aplicação Instagram e é só carregar na foto do perfil da pessoa em questão para assistir. 

33 COISAS PARA FAZER AOS 33

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Acabei de completar 33 anos (no dia 6 de Janeiro). Tive direito a mimos e surpresas. Passei o fim de semana junto das minhas pessoas preferidas. Claro que pensei muito na vida, nas diferenças do ano passado. Tantas. Não sinto nenhuma espécie de ressentimento, estou grata. Mas a vida não é perfeita. Não sou profissionalmente realizada, apesar de estar a tratar do assunto. Adorava estar cheia de planos profissionais a esta hora do campeonato e sonhos realizados. Uma grande mulher de sucesso, mas não é o caso. Os meus sonhos realizam-se aos poucos, devagarinho. Acabei por colocar outras coisas à frente.  Acabei por adiar, deixar passar a vida ao lado durante alguns anos. O lado bom disto tudo é que tenho uma família e isso ninguém me pode tirar. Tenho conforto, saúde, estabilidade e um grande amor do meu lado. A ideia não é ter tudo, claro. É ter o suficiente. O suficiente eu tenho e sinto-me grata por isso. Não sou mal agradecida. Só almejo trabalhar de forma consistente na área que mais amo. Não peço mais. Mais trabalho do bom. 

 

Estou muito diferente do ano passado. Não faço fretes, digo "não" e já não revelo tudo a sete ventos. Sou mais espectadora. Mais reservada (ainda podia ser mais). Os meus gostos, os meus objetivos são totalmente diferentes do ano passado. O clique deu-se ao longo do ano passado. As amizades também são cada vez menos, no entanto relaciono-me com mais pessoas. A minha vontade de aprender é cada vez maior. A nível profissional as coisas também estão a mudar. Alguns sonhos estão a compor-se. Até o meu blog mudou. Tenho a mesma sede de vida, a mesma garra e estou pronta para os desafios da vida. Só precisava de moderar certas coisas. Parar de confiar em toda a gente.  Revelar demasiado. Não chamar amiga a quem só quer conhecimentos. Amor, paz e sossego. Menos ruindade. 

 

Esta é a minha lista de 33 coisas que pretendo fazer com 33 anos. 

 

- Andar de patins

- Viajar  

- Presentear um desconhecido

- Escrever uma carta

- Plantar uma árvore

- Criar uma mini horta

- Aprender uma receita angolana

- Aprender um novo penteado

- Pintar o cabelo num tom ousado (tinta temporária)

- Comprar o stilleto nude perfeito

- Fazer piquenique na praia

- Ir ao Rock in Rio

- Ir a um museu

- Ir a um bailado

- Ir a um evento literário

- I a um evento geek

- Ir a um evento regional

- Ir a um SPA

- Provar um alimento novo

- Fantasiar-me

- Ir à Feira da Ladra

- Ir a um encontro de bloggers

- Ler um livro em inglês

- Dançar com amigos

- Fazer um workshop giro

- Comprar uma mini saia

- Arranjar o computador

- Aprender novas técnicas do photoshop 

- Comprar um bom creme anti rugas

 - Dar uma festa

- Fazer um investimento financeiro

- Criar um novo hábito

- Apostar no casino

 

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A PALAVRA QUE EU ESCOLHI PARA 2018

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Como aconteceu o ano passado resolvi escolher uma palavra que suportasse todos os meus objetivos. Em 2017 queria focar-me nas minhas poupanças e resolvi colocar as minhas energias nisso. A palavra escolhida o ano passado foi “Poupança”. Correu tão bem!

 

Este ano vou mudar o meu foco para o lado profissional. Quero mais. Quero trabalhar afincadamente para isso. Portanto, chegou a hora de colocar a meta bem à frente dos olhos. Acho importante seguirmos o nosso caminho e ouvirmos a nossa voz. Com a verdade podemos destacar o que temos de melhor e transformar os nossos dias.

 

Podemos alcançar os nossos objetivos com muita força de vontade e brio. É nisso que me agarro quando trabalho e estudo diariamente para produzir algo nesse sentido. Dedicação e esforço, porque ninguém vai a lado sem deixar a preguiça de lado. Nisso eu sou excelente, não sou de todo preguiçosa. Sou batalhadora e persigo os meus sonhos. Mas tenho perfeitamente a noção que posso melhorar. Para isso preciso de dar novos passos, foi nesse sentido que escolhi a palavra no próximo ano.

 

ARRISCAR será a palavra que irá acompanhar-me em 2018. Arriscar nos meus projetos, ideias. Dizer mais “SIM” (depois das limpezas deste ano está na hora de começar a aceitar o melhor) a eventos, viagens, desafios, pessoas. Deixar a timidez de lado e avançar sem medos. Arriscar nos meus desejos profissionais e ambição. Encher o peito de ar e partir à aventura. Prefiro tentar do que olhar para trás e ver que fiz pouco. Parar com os complexos, pegar em tudo o que este ano me deu de bom e voar. Preciso de largar aquilo que me segura e insiste em ir contra a minha ambição. Mas cuidado, sempre com os pés assentes na terra. Não fosse eu uma pessoa ponderada (talvez demais, daí o ARRISCAR mais).

 

Como é que cheguei a esta palavra? Numa folha em branco coloquei as palavras chave dos meus planos gerais. Das palavras chave juntei tudo e tentei descobrir o que precisava de fazer para concluir com sucesso cada um. E voilá, ARRISCAR  tornou-se numa prioridade.

 

Estou preparada para 2018. Cheia de força de vontade. Ano novo, vida nova. Venha ele!

 

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